quinta-feira, 24 de agosto de 2017

PORTFÓLIO EMILLY E THALINE


O papel da tecnologia para inclusão no ambiente escolar.
PorEmilly Lara Silva –1738027
Thaline Mendes de oliveira – 707399
Polo – Piraquara
Data: 24/08/2017





Fonte: Blog aprender brincando
‘Desde o dia 2 de janeiro de 2016 entrou em vigor a Lei Brasileira de Inclusão, com isso os diretores de escolas, coordenadores pedagógicos e professores tiveram que rever o seu papel na gestão escolar. É preciso buscar alternativas que promovam a inserção de crianças com qualquer tipo de deficiência no ambiente escolar e facilitem o seu desenvolvimento, independente da necessidade. Uma das opções que desponta é a tecnologia para a inclusão dos deficientes. ’
A escola Algodão Doce em Curitiba, pode contar com essa tecnologia para estimular o aprendizado e também inserir os alunos com deficiência no ambiente escolar. A professora Ângela que trabalha diretamente com esses alunos diz que: O uso da tecnologia para a educação pode facilitar o desenvolvimento motor, tanto para movimentos amplos, como para a motricidade fina, e que através dessa maquinaé possível  escolher atividades que aprimorem a tomada de decisões, a paciência e a atenção.
A escola adquiriu a Mesa digital Play Table, e essa mesa está sendo uma ferramenta de auxilio junto com as outras atividades propostas como, por exemplo: massinha de modelar, pintura com tinta, dobradura com papel que também são muito importantes para o desenvolvimento dos alunos.
A PLAY TABLE é a primeira mesa digital desenvolvida no Brasil, para crianças em fase de alfabetização, o que não impossibilita que crianças menores também possam fazer uso da mesma, a mesa é  totalmente interativa e multidisciplinar. Seus jogos e aplicativos são projetados por professores e especialistas em diversas áreas, justamente para utilizar a linguagem mais adequada para as crianças e para manter o conteúdo adequado às diretrizes do MEC. A tela é sensível tanto ao toque humano, quanto a outros materiais, como plástico, feltro e metal. Por sua fácil usabilidade e os diferentes níveis de aprendizado, entre outras características, ela é considerada uma eficaz tecnologia para inclusão.

Promover a acessibilidade é fazer a sua parte para incluir os diferentes e reduzir as deficiências sociais. A tecnologia para inclusão é um dos meios de oferecer novas formas de aprendizado e desenvolvimento, coloque em prática na sua escola e avalie os resultados. Se a tecnologia for bem utilizada, aliada ao projeto pedagógico, com certeza os seus alunos terão um avanço no desempenho escolar.
A professora da escola utiliza essa ferramenta com dois alunos que possuem diferentes deficiências,um tem síndrome de down ( 7 anos) e o outro autismo (8 anos), ambos no período de alfabetização, ela conta que já percebeu avanços e o interesse dos dois pelas aulas, pois não faltaram mais, e que o processo de desenvolvimento dos dois reduziu  de 6 meses  para  2 meses utilizando a mesa digital, Ângela faz a observação que hoje em dia as crianças gostam muito de utilizar o celular, e que isso facilita muito o desenvolvimento da aula.  A mesa digital conta com aplicativos relacionados com as disciplinas tradicionais como Português, matemática, história e geografia melhorando a percepção do aluno e raciocínio lógico.  
A escola ainda não viu a mesa como uma desvantagem, e sim diz que a mesma trouxe muita vantagem e aprendizados para os alunos, facilitando as aulas, fazendo as crianças interagirem mais e tendo prazer em vir para a aula.
Vale lembrar que a escola é particular, o que facilitou a compra da mesa e que a escola possui poucos alunos com inclusão, que é diferente de uma escola publica onde a demanda é maior e o repasse de verbas não é tão grande.




segunda-feira, 21 de agosto de 2017

PORTFÓLIO MIRIAM - LIVOX


LIBERDADE EM ALTA VOZ
Por Miriam de Jesus Santos
Polo: Piraquara Edusol
Data 20/08/2017



Fonte: Livox.com

Essa é uma história real que aconteceu a uma menina, que por erros médicos nasceu com Paralisia Cerebral que afeta o movimento do corpo e a coordenação muscular. Os pais no desespero de ajudar buscaram de toda forma, não encontraram nada que pudesse resolver efetivamente a comunicação com a filha e assim começou a pesquisar sobre fontes que ajudariam a sua pequena a se comunicar e foi assim que surgiu o aplicativo Livox. Esse aplicativo amenizou o sofrimento da filha que sempre foi muito inteligente, mas não conseguia se expressar com alguns movimentos.
Carlos Pereira, Pernambucano de 38 anos pai de Clara, ela por não andar e falar e  se comunicar de forma alguma devido ao corpo não obedecer aos seus comandos, ficava muito frustrada, irritada e agitada, pois têm um potencial cognitivo muito bom. Mas não conseguia se comunicar, Carlos teve a ideia de criar o Livox. Ele queria algo que atendesse a necessidade de sua filha, pesquisou várias formas de comunicação denominada tecnologia assistiva.
“ Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento que abrange a comunicação alternativa, que tem por objetivo auxiliar as pessoas sem fala ou escrita funcional a desenvolverem as habilidades necessárias para expressarem seus anseios”.
O Livox é um aplicativo software que possui 24 mil figuras podendo ser inserido muito mais, dependendo da necessidade dos usuários. O aplicativo é em forma de quadrinhos que acionado ao toque com o dedo, mão fechada e até mesmo ao piscar dos olhos com o dispositivo acionador.


Em 2011 surgiu a solução para melhorar a comunicação de muitas pessoas com dificuldades na fala, na coordenação motora em geral. Para o uso do aplicativo é necessário possuir um tablet sistema android para a sua funcionalidade.
É um aplicativo gratuito de fácil acesso, pode ser usado nas escolas, hospitais e em casa. Foi premiado como Melhor Aplicativo de Inclusão Social do Mundo pela ONU – Organizações das Nações Unidas.
“ É INDICADO PARA:
• Autismo
• Esclerose Lateral Amiotrófica
• Paralisia Cerebral
• Sequelas de AVC/AVE
• Síndrome de Down
• Traqueostomizados.
• Trauma Crânio-Encefálico
• Outras deficiências ou doenças que impeçam comunicação oral.”
É indicado para todas as faixas etárias, pode ser usado em todas as disciplinas auxiliando na aprendizagem desde o início da alfabetização. Os objetivos possíveis a atingir através do aplicativo são fazer com que os alunos tenham voz e possa expressar suas necessidades e a evolução do seu aprendizado. As vantagens são: Você não precisa estar conectado à internet, é gratuito e de fácil acesso; traduzido em mais de 25 idiomas, compartilha conteúdos para outros tablets; nesta plataforma se aprende a falar, ler, escrever. Ver vídeos, ouvir músicas e muito mais. É personalizável para pessoas com diferentes deficiências. Tudo isso com os seus algoritmos inteligentes.
A desvantagem é que o usuário precisa dispor de um meio para adquirir um tablet.

PORTFÓLIO PATRICIA CORDEIRO - PLAY TABLE


TECNOLOGIA ASSISTIVA: MESA DIGITAL
Patrícia Cordeiro Rocha Lima, 1146896.
PAP-Edusol – Piraquara.
12/08/2017

Fonte: playtable.

A PlayTable é uma importante ferramenta de inclusão para o trabalho pedagógico com crianças com diferentes tipos de deficiência, como autismo, síndrome de Down, TDA/H, surdez, deficiências motoras, entre outros.”  (playtable.com.br)
A educação inclusiva é uma demanda social que a escola vem, ao longo do tempo se adaptando e se reinventando. Assim, visa atender com qualidade e se propondo a ensinar diante das diferentes habilidades individuais. Cada aluno é visto como ser único.
Partindo da ampla demanda, algumas ferramentas tecnológica auxiliam a escola e o professor na rotina pedagógica. Contudo vale salientar que um conhecimento prévio do aluno é importantíssimo para estabelecer metas e metodologia. Cada tipo de inclusão demanda de cuidados específicos, a participação da família e laudos médicos é imprescindível no processo escolar. 
A cada dia que passa o uso de recursos tecnológicos vem crescendo dentro das escolas e a comunidade escolar tem muito a ganhar, principalmente a clientela que demanda maior atenção. A inclusão diversificou as habilidades do corpo estudantil. 
A mesa digital é um recuso tecnológico interativo onde o aluno atua (ativamente) no processo de construção do seu conhecimento. A ferramenta vem com aplicativos que atendem a demanda curricular. Com o manuseio do mesmo o aluno interage com o conteúdo abordado pela turma de uma forma lúdica, atrativa e dinâmica. Já o professor consegue avaliar através de observações o desempenho do aluno.
 Assistam o vídeo para compreender melhor sobre a mesa digital: http://playtable.com.br/
Dentre os aplicativos disponíveis na mesa digital segue exemplos de alguns e o que se propõem.
APLICATIVO CENTRAL DE ATIVIDADES
Categorias: Educação Infantil, Educação Inclusiva
Habilidades de Aprendizado: Artes, Linguagem Plástica, Coordenação Motora Fina
Faixa Etária: a partir de 3 anos
Diferencial : criar sua própria biblioteca de exercícios personalizados.
DEBAIXO DOS CORAIS
Categorias: Educação Infantil, Educação Inclusiva
Habilidades de Aprendizado: Alfabetização Matemática, Raciocínio Lógico
Faixa Etária: a partir de 3 anos
Desenvolvido por Parceiro: Flux Game Studio
XILO
Categoria: Educação Infatil
Faixa Etária: a partir de 3 anos
Habilidades de Aprendizado: Musicalização
Estúdio parceiro: TowerLab.
MEU JARDIM – PECINHAS PARA MONTAR
Categorias: Educação Infantil, Educação Inclusiva
Habilidades de Aprendizado: Raciocínio Lógico, Percepção visual
Faixa Etária: a partir de 3 anos
Desenvolvido por Parceiro: Designer Rafael Arrivabene / Playmove
TRITRI
Categorias: Educação Infantil, Educação Inclusiva, Ensino Fundamental I e Ensino Fundamental II
Habilidades de Aprendizado: Cores, Sistema para Daltônicos Color ADD®
Faixa Etária: a partir de 4 anos
Desenvolvido por Parceiro: Ardozia – Portugal
MUL TI PLI – O JOGO DA TABUADA
Categorias: Ensino Fundamental I e II
Habilidades de Aprendizado: Matemática, Multiplicação
Faixa Etária: a partir de 7 anos
Desenvolvido por Parceiro: Ardozia – Portugal
MISTÉRIO DOS SONHOS 1, 2 e 3
Categoria: Ensino Fundamental I – 1º ano
Habilidades de aprendizado: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Humanas e da Natureza.
Desenvolvido por Parceiro: Xmile Learning
GUARDIÕES DO MUNDO – ESTADOS BRASILEIROS
Categorias: Ensino Fundamental I e Ensino Fundamental II
Habilidades de Aprendizado: Geografia, Estados Brasileiros
Funções extras: Multi-usuário, Registro de Alunos
Faixa Etária: a partir de 8 anos
BRINQUEMÁTICA – AVENTURA PIRATA
Categorias: Ensino Fundamental I e Ensino Fundamental II
Habilidades de Aprendizado: Matemática, Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão
Faixa Etária: a partir de 6 anos





PORTFÓLIO HAND TALK



HAND TALK: O APLICATIVO TRADUTOR DE LIBRAS.
NOME: Adriana Claudia Gomes RU:169145; Josiane Oliria Andrade Marquini RU:1223873; Rosana Fernandes Mota RU:256460; Silvana Faria Rodrigues RU:1179324.
POLO: Pap Piraquara Edusol.
Data: 08/08/2017

 





HAND TALK é um aplicativo brasileiro, resultado de um projeto desde 2001, utilizado em todas as escolas do Paraná. O Estado do Paraná é o primeiro a utilizar esse recurso em sala de aula. Vale lembrar que esse aplicativo traduzido em língua portuguesa, significa “a fala das mãos”, no entanto, foi lançado apenas em julho de 2013 e pode ser usado em celulares e tablets com sistema Android e iOS. O software foi escolhido pelo Ministério da Educação (MEC) para equipar os tablets usados nas escolas.

O aplicativo Hand Talk pode ser utilizado em todas as disciplinas, sobretudo por envolver linguagem, comunicação e interação, ou seja, é interdisciplinar, que englobam produtos, recursos, metodologias, estratégias, prática e serviços. Esse aplicativo é gratuito, na qual é utilizado para fazer traduções simultâneas em tempo real, uma vez que ele realiza traduções de arquivos em áudios, textos ou imagens para a linguagem de sinais. O aplicativo traduz do português para Libras (Língua Brasileira de Sinais), através de um avatar 3D chamado “Hugo” que se move ao tocar na tela, ele realiza inúmeros gestos motivando os alunos a quererem aprender os sinais em Libras. O aplicativo Hand Talk pode ser utilizado por pessoas surdas ou não, ou pessoas que tenham o interesse em aprender a se comunicar utilizando a Libras, mas o foco é atender as pessoas com deficiência auditiva, ou seja, a comunidade surda.

É disponibilizado para pessoas de todas as idades, por oferecer inúmeros meios de interação e aprendizagem, tais como: áudios, textos ou imagens. Dentre os objetivos desse aplicativo Hand Talk estão: Proporcionar a pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social; ajudar professores e alunos surdos na comunicação e ainda, ampliar o uso em Libras nas atividades pedagógicas; possibilitar a captura de um som de uma palestra ou de uma aula, fotografar uma revista, jornal ou placa e visualizar a tradução em Libras na mesma hora, ou seja, em tempo real; as traduções são apresentadas por um avatar em 3D, conhecido como Hugo.

As vantagens desse aplicativo Hand Talk são inúmeras, entre elas podemos destacar a gratuidade, o favorecimento da interação no ensino aprendizagem, no qual o aluno acompanha os movimentos nas atividades realizadas em sala de aula ou em suas tarefas diárias. Esse aplicativo funciona como um dicionário para uma aprendizagem significativa além de favorecer a interação, inclusão e proporciona a visibilidade, pois ao baixar o aplicativo Hand Talk a pessoa passara a fazer parte do site “Amigo do Surdo”, que é uma fonte de consulta de deficientes auditivos, na qual existem frases prontas que podem ser salvas pelos usuários.

Já as desvantagens desse aplicativo Hand Talk, é a falta de acessibilidade na rede pública de ensino de outros Estados, ou seja, mesmo sendo um aplicativo já respaldado pelo MEC com liberação para a rede pública o que se vê não é o que foi prometido. Outro aspecto é sobre avatar, onde houve algumas reclamações das características físicas do “Hugo” na qual deveria ser magro, com uma cabeça grande e dedos finos para facilitar a gesticulação.

O aplicativo Hand Talk não funciona sem acesso a internet, mesmo sendo criada a Lei n° 13.146 de 2015, que torna obrigatória a acessibilidade na internet por empresas com sede ou representação comercial no país ou por Órgãos do Governo para uso da pessoa com deficiência, garantindo lhe acesso as informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente, no entanto, é mais uma promessa que ficou a mercê.


De acordo com o Comitê de ajuda Técnicas (CAT) a Tecnologia assistiva é uma área do conhecimento, que englobam produtos, recursos, metodologias, estratégias, prática e serviços que objetivam a proporcionar a pessoa com deficiência maior independência e interação na sociedade. 

PORTFÓLIO VANDRÉIA

PROFESSORES DE UMA ESCOLA EM SANTA CATARINA INTERROMPE A LIMITAÇÃO DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA ATRAVÉS DO USO DE UM APLICATIVO.

PLAYTABLE - MESA DIGITAL AUXILIA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA COMO SINDROME DE DOW E AUTISMO
Por Vandréia Ribeiro Elias da Silveira
Polo PAP Piraquara - Edusol
Data 04/08/2017


Fonte: Melz Assessoria de Imprensa – Sabrina Hoffmann

Professores de uma escola em Santa Catarina notando as dificuldades de alguns alunos, resolveram pesquisar alguma ferramenta tecnológica que poderia auxiliar alguns alunos, com algum tipo de deficiência, comosíndrome de down, autismo, surdez, deficiência motora entre outras, para que fossem mais estimuladas, buscando a superação de dificuldades funcionais,autonomia no desempenho das tarefas e funções, olhando para as habilidades dos alunos e não para sua deficiência. 
Começaram a fazer uso da ferramenta tecnológica, a Playtable, uma mesa digital com jogos e aplicativos, relacionada com diversas áreas do conhecimento como português, matemática, história, artes, ciências.As vantagens é que os jogos instalados na Playtable foram desenvolvidos por professores especialistas em diversas áreas e artistas, juntamente com ludo pedagogia, estimulando as crianças a aprender de uma forma lúdica e divertida, a desvantagens é que pelo preço alto nem todas as escolas poderão ter acesso a esse importante aplicativo.
O que os professores destacam com uso da mesa digital é a socialização dos alunos, através das atividades realizadas em grupos, a mesa parece um grande tablet,os comandos podem ser feitos através dos dedos e até mesmo por outro objeto, como pincéis caso a atividade seja de pintar, as crianças aprendem da forma que elas mais gostam, ou seja, brincando.
As atividades podem ser realizadas com crianças a partir de 3 anos de idade, pois a Playtable é multidisciplinar, deixando os alunos mais curiosos, observadores, concentrados e comprometidos com as tarefas propostas conforme relato da professora.
Umas das atividades realizada pela professora da Educação infantil com objetivo de estimular o aprendizado e as habilidades dos alunos,desenvolvendo através dessa atividade a coordenação motora fina, coordenação ocular e estruturação temporal, foi através do jogo A Terra está em perigo, onde os alunos teriam que acertar o maior número de Aliens, contando com ajuda do astronauta.
Com diversas atividades sendo aplicadas, o progresso dos alunos foi notado rapidamente, melhoraram as habilidades cognitivas, a coordenação motora, a leitura e escrita, o raciocínio lógico, memorização, atenção, paciência, conforme seus avanços,os alunosiam avançando de nível,tanto do conhecimento como também do aprendizado, passando assim gradativamente do nível fácil para normal e depois o avançado, sempre com o professor acompanhando e auxiliando o desenvolvimento desse aluno.

A tecnologia permite interromper essa questão da limitação, ou seja, da impossibilidade trazendo a possibilidade, não vai tirar a deficiênciado aluno,enquanto condição física mas acaba com impossibilidade e limitação, aproximando as pessoas, transformando o ambiente de sala de aula em um espaço de sociabilidade.
Referência:

RESENDES, Josiani - O papel da tecnologia no ambiente escolar – Disponível em: http://playtable.com.br. Acesso em 04/08/2017. 

PORTFÓLIO MÓDULO B - FASE II


LEITOR DE TELA PARA DEFICIENTES VISUAIS


Taionara Fátima Varotto Radtke – RU 1078184
Polo – PAP Piraquara Edusol
06/08/2017


 
 










Fonte: http://www.psafe.com/blog/leitor-de-tela-para-deficientes-visuais/.
De acordo com dados do Censo do IBGE em 2010, 45,6 milhões de pessoas no Brasil possuem algum tipo de deficiência e, portanto, algumas limitações e necessidades especiais. E a tecnologia pode ser uma grande aliada na superação dos limites e desafios cotidianos.
Voltado à inclusão dos deficientes visuais, os softwares de leitura de tela transformam informações visuais de computadores em áudio. Esses programas podem ser usados por quem busca eficiência e conforto na utilização de PCs.
Por meio deste tipo de software, os deficientes visuais conseguem navegar na internet e utilizar diferentes programas e aplicações. Já que o software de leitura de tela traduz as informações mostradas na tela do computador em material sonoro, indicando o que é mostrado no PC e avisando o usuário sobre suas interações e ações no ambiente.
Existem muitas tecnologias assistivas, desde cadeiras de rodas até leitores de tela, entretanto alguns são de altos custos. Porém existem tecnologias assistivas gratuitas, como o leitor de telas DOSVOX e  NVDA.
O sistema Dosvox não é propriamente um leitor de telas, mas um sistema de acesso a computadores para deficientes. Possui recursos interessantes, como editor de texto, calculadora, agenda, jogos, dicionário etc. Porém, fora do seu ambiente próprio, seus recursos são limitados. Instale o NVDA e o Dosvox no seu computador. Os dois juntos apresentam um excelente resultado e você não tem que gastar nada para isso.
NVDA é o primeiro software open source da nossa lista é totalmente gratuito e ainda pode ser modificado para receber melhorias. Baixe NVDA grátis.
O Banco do Brasil disponibiliza uma linha de crédito com juros baixos para aquisição destes equipamentos, pois a grande maioria dessas tecnologias ainda estão fora do alcance de muitos brasileiros. Como por exemplo um escâner que converta um texto em áudio (R$ 15 mil), uma linha Braile para acoplar ao computador para a leitura da tela em Braile (R$ 5 mil), uma bengala eletrônica/digital (R$ 5 mil), isso só falando em deficiência visual. Mas para todas as deficiências há tecnologias assistivas, como computador manipulado pelos olhos, próteses, cadeiras motorizadas e assim por diante. O problema ainda é o custo proibitivo de tais tecnologias.
Além dos aplicativos para dispositivos móveis, há uma série de outras tecnologias, tais como impressora 3D, realidade aumentada, gadgets vestíveis, internet das coisas, games, segunda vida, segunda tela e muito mais.
E o uso das tecnologias para a acessibilidade e inclusão só tende a crescer no Brasil e no mundo. Mas, para isso, é preciso que as escolas, universidades, governos, empresas e sociedade se unam para incentivar, apoiar, financiar projetos desse tipo. Alunos do ensino médio e universitário em diversos lugares do Brasil desenvolvem projetos incríveis, assim como start-ups, empreendedores sociais, ONGs etc., e é preciso apoiar isso! Seja com o incentivo e o conhecimento nas instituições de ensino, pelo financiamento de governos, empresas e pessoas, seja por espaços de pesquisa cedidos, mais divulgação pelas mídias, etc. O caminho a ser seguido já está delineado; basta irmos em frente!
Criar premiações, concursos, feiras, gincanas e mostras traz visibilidade e propaga a temática, fazendo com que mais alunos, instituições, empresas, governos e a própria sociedade organizada se motive a contribuir e participar.
Este é um dos grandes avanços tecnológicos e da inclusão no Brasil. Porém muitas vezes o preconceito, o alto custo, a falta de investimentos, mas a falta de informação nos leva a ignorar não somente a existência de determinadas minorias, como de certas tecnologias e possibilidades que tornariam nossa sociedade mais justa e mais inclusiva.
https://vidamaislivre.com.br/colunas/tecnologia-como-ferramenta-de-inclusao/. Acesso em 06/08/2017.

http://www.psafe.com/blog/leitor-de-tela-para-deficientes-visuais/. Acesso em 06/08/2017.