sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Portfólio Debora, Fabiana e Pamela


DOSVOX: UMA JANELA PARA O MUNDO.
COMO AS PESSOAS CEGAS VEM CONQUISTANDO SUA INDEPENDÊNCIA POR MEIO DE UM SOFTWARE DE ACESSIBILIDADE.
Por Debora Rodrigues de Oliveira Camargo, RU 1169646
Fabiana Cristina Rodrigues Amaral, RU 1185247
Pamela Fernanda de Andrade, RU 1169620
PoloEdusol – Piraquara
Data: 08/09/2017

 
 













Fonte:ufrr.br/ultimas-noticias/1790-inclusao-digital-nucleo-construir-promove-curso-para-alunos-com-deficiencia-visual
Um software criado em 1993, vem revolucionando a vida das pessoas com deficiência  visual, o Dosvox foi pensado e elaborado inicialmente por Marcelo Pimentel deficiente visual que cursava informática na Universidade Federal do Rio de Janeiro, o programa foi criado devido a  sua  dificuldade de interação no universo acadêmico. Esse aplicativo de acessibilidade só foi possível de ser concretizado com o auxílio do seu professor José Antonio Borges que foi o grande responsável por dar continuidade no que Marcelo já havia iniciado, por meio dessa parceria nascia o Dosvox. Esse era um programa que se baseava em menus falados e auxiliava o sujeito cego na utilização do computador, possibilitando a eles uma maior liberdade e autonomia para estudos e a utilização do mesmo.
Passados 24 anos desde a sua criação, o software continua sendo utilizado pelos deficientes visuais em diferentes contextos e situações desde as escolas até no seu ambiente de trabalho, essa criação foi tão bem sucedida que foram desenvolvidas diferentes atualizações com programas complementares. Atualmente mais de 5000 deficientes visuais no Brasil utilizam o computador para a realização de diversas tarefas cotidianas que envolvam educação, trabalho e lazer, e o Dosvox foi um dos grandes responsáveis por esse feito. Isso ocorreu porque os principais comandos do computados como leitura de textos, acesso a internet, entre outros são falados fazendo com que não se necessite do apelo visual, possibilitando assim uma autonomia a esse sujeito.
Essa ferramenta se adequou muito bem ao ambiente escolar, podendo ser utilizado em quase todas as disciplinas, desde os alunos que estão em processo de alfabetização até os que se encontram no ambiente universitário,dependendo do direcionamento do professor e do conhecimento dos estudantes com o universo da informática e do programa em sí. O Dosvox está presente em praticamente todas as salas de Recursos Multifuncionais das escolas públicas, auxiliando na inclusão dos alunos cegos nas classes regulares, tal recurso possibilita que o discente não fique restrito apenas a utilização do sistema braile, sendo que é possível que o mesmo realize diferentes tarefas escolares como pesquisa, leitura e escrita de texto, jogos, cálculos matemáticos entre outras de modo que todos compreendam.
O programa auxilia até mesmo na interação e socialização entre os estudantes cegos e os demais não cegos, pois ambos podem fazer as atividades escolar em conjunto devido a facilidade de utilização do software, uma vez que apresenta apelo visual e sonoro. Um dos exemplos da cooperação que pode ocorrer entre ambos utilizando o programa é a utilização dos jogos presentes dentro do Dosvox. Toda via para que esse recurso seja utilizado é necessário que as escolas possuam ao menos um computador com o programa instalado, uma vez que é direito do aluno cego incluso ter instrumentos facilitadores da aprendizagem.
Contudo a desvantagens e que alguns professores ainda não estão capacitados para auxiliar seus alunosna utilização do Dosvox podendo prejudica-los,privando-os do direito de uma ferramenta inclusiva em diversos sentidos. Além disso para se utilizar comados específicos como por exemplo calculadora, resolução de alguns problemas matemáticos é necessário que se abaixe programas a parte, o que restringe a sua utilização. Isso porque por mais que o software e os programas auxiliares sejam baixados gratuitamente não são todas as escolas publica brasileiras que possuem acesso livre a internet.
Uma das maneiras de se resolver o problema da má formação dos profissionais da educação é possibilitando queos professores tenham cursos específicos de como utilizar o Dosvox na perspectiva da inclusão, e fazerem os  utilizar para que se familiarizem com todas as possibilidades e potencialidades que o programa possuiu.
O Dosvox é portanto nessa perspectiva é uma janela para o mundo, pois possibilitou que os alunos com deficiência visual desenvolvessem autonomia e se conectassem mundialmente por meio da utilização da internet através desse programa. O desenvolvimento do software foi uma maneira do sujeito sego ganhar vez e voz em uma sociedade historicamente excludente, fazendo-os se integrarem com todos da sociedade a partir da utilizando do mesmo e em diferentes meios sejam na escola, em casa ou no trabalho.



Portfólio Jhenifer e Claudia


PRANCHA DE COMUNICAÇÃO AUXILIA ALUNOS COM DIFICULDADES NA FALA NAS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
POR Jhenifer Aparecida Gonçalves, RU 1353602
         Claudia dos Santos Nascimento, RU 1393771
Polo – EDUSOL, Piraquara, Paraná
Data 12/09/2017

Fonte: http://autismoemgoiania.blogspot.com.br/2012/04
Para os professores a base do relacionamento em sala de aula baseia-se na comunicação, assim que entra nos portões da instituição escolar em que atua deve conduzir todos os seus alunos, sem nenhuma distinção, ao aprendizado e para isso depende quase exclusivamente da comunicação e interação entre todos. Entretanto, para fazer-se entender, é preciso o docente dominar a complexa rede da linguagem, seja ela verbal ou não verbal, saber expressar-se e entender o que o outro deseja transmitir. A grande demanda de alunos incluídos com dificuldades de linguagem/fala (problemas gerais que não permitam a verbalização) ou de interações sociais (autismo) nas redes de ensino aumenta a dificuldade de alunos e professores em expressar-se e fazer-se entender, de ambos os lados, sendo algo que gera muitas polemicas e transtornos. Para resolver essa difícil situação, vários professores da educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental estão utilizando a prancha de comunicação alternativa como parte do cotidiano de suas aulas.
As pranchas de comunicação alternativa foram criadas no Canadá por fonoaudiólogos no intuito de auxiliar pessoas com paralisia cerebral ou outras deficiências e/ou doenças que impedem a comunicação e chegaram ao Brasil na década de 70, para auxiliar os estudantes com dificuldades de comunicação verbal a se comunicarem com mais facilidade.
Numa prancha de comunicação alternativa, geralmente são colocados vários símbolos gráficos que representam mensagens, onde o vocabulário desses símbolos deverá ser escolhido de acordo com as necessidades comunicativas de seu usuário e, portanto, as pranchas são personalizadas. Como apresenta vários símbolos ao mesmo o tempo, é muito comum de organizar este recurso por níveis como, por exemplo: sensações térmicas/ temperaturas (calor/quente, frio, molhado, seco) roupas (blusa, camiseta, saia, calção) necessidades (sono, fome, sede, banheiro) podem também haver imagens de mobiliários, cômodos da casa/escola, letras, silabas, onde o usuário aponta para o que deseja e o mediador auxilia-o em sua tarefa.

           A prancha de comunicação alternativa pode ser utilizada com todas as crianças com dificuldades de comunicação ou pessoas em reabilitação, mas especialmente as pessoas com paralisia cerebral e autismo, que são as que possuem uma dificuldade ainda maior em expressarem-se, vários modelos vêm sendo modernizados desde sua criação original, feita com cartões e figuras simples onde atualmente já existem diversos programas de computadorizados, que podem ser baixados e instaladas em Tablets ou Smartphones.
No Brasil o pernambucano Carlos Pereira foi reconhecido no ano de 2016 pela ONU, onde o mesmo recebeu o premio pela criação do aplicativo LIVOX, reconhecido como a melhor tecnologia inclusiva do mundo. Carlos buscava mais oportunidades para sua filha que tem paralisia cerebral, então, desenvolveu o LIVOX que já ajudou mais de 20 mil pessoas com deficiência a se comunicarem. O LIVOX consegue atender a pessoas com diferentes doenças e deficiências.
 Segundo o jornal Folha de São Paulo, a eficácia e aceitação do aplicativo por usuários e familiares foi tão intensa que a prefeitura de Recife adquiriu a licença desse software para utilizá-lo nas escolas de educação infantil.
Como é claramente visível a inclusão esta presente em todos os segmentos da sociedade, mas muitas vezes não é visto ou tem seu devido valor, mas são as escolas que precisam atender a diversidade das necessidades em seus futuros cidadãos, seja por, adaptações, expectativas a respeito de seus alunos, que seja um ambiente seguro e acolhedor e que entenda a diferença como um fator positivo, mas a real educação inclusiva pressupõe uma escola que se ajuste a todas as crianças, em vez de esperar que uma determinada criança com deficiências se ajuste a escola, entendendo que a escola tem a tarefa de ensinar aos alunos a compartilharem o saber, os sentidos das coisas, as emoções; a discutir e a trocar experiências e pontos de vista.


Portfólio Roseli e Valdiléia


APLICATIVO ARAMUMO SENDO USADO NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE PIRAQUARA
Por Roseli Rodrigues da Silva –RU:1281146, Valdiléia Aparecida da Luz Cardoso –RU:206785
Polo – Piraquara


 

Fonte:https://canaltech.com.br/apps/Alunos-do-ITA-criam-aplicativos-que-auxiliam-criancas-com-dislexia/

Dentre a proposta proporcionada buscamos coletar informações em algumas redes de apoio com isso temos a opinião sobre o município de Piraquara sobre referencias em ofertar o ensino as pessoas com alguns sintomas de dificuldade ou algumas dislexia e distúrbio. Sendo assim o município oferece e aparelhos vinculado ao programa ARARUMO, neste sentido as crianças recebem esse apoio tecnológico junto a sua professora ou outros profissionais preparados para auxiliar o mesmo.

Este aplicativo auxilia as crianças contamos com a tecnologia neste sentido em todo momento de interação e aprendizado com os alunos tornando satisfatório e interativo. Hoje utilizamos a tecnologia para tudo na vida, sendo atrativo o contato para as crianças despertando o interesse em quase todos os momentos do nosso dia-a-dia, sendo ela no trabalho, em casa, nos estudos, nos meios de comunicação.
 Para a área da educação não seria diferente, pois a tecnologia em sala de aula pode auxiliar na inclusão de alunos necessitam de apoio superando as dificuldades cognitiva oumotora. Na percepção das pessoas que apresenta esses sintomas com a dislexia ou déficit de atenção entre outros distúrbios são proposta atividades que envolva o aluno no momento de concentração. Ao viajar no mundo virtual a criança percebe suas capacidades ao realiza-la.

Ao passar todas as informações tanto na visualização ou na leitura sobre o assunto, para tanto o transtorno de aprendizagem. Com essa preocupação a UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVAS, em minas gerais foi desenvolvida um aplicativo que possibilita o interesse na construção do conhecimento sendo construtivo e desafiador aos educandos para que amplie seu repertório de leitura e escrita. O Web help Dislexia é ofertado gratuitamente na internet, permite que o navegador façaalteração de acordo com sua necessidade pedagógica aos estímulos e o conceito linguístico dando a concentração e o interesse a pesquisa e fonte de estudo. Essa tecnologia avança na
Interação e integração com os demais interessado na ferramenta apropriada aos programas no ludo pedagógicos   em rede mundial.

A dislexia é um transtorno específico  onde o aluno fica desatento aos conteúdos proposto sendo  persistente no momento da leitura e escrita, que apresenta no seu desempenho escolar as pessoas são desestimuladas não se concentrando na leitura e outros tipos de dificuldade em realizar a formação de silabas e dificuldade no fonemas, com isso são possibilitado vários recursos tecnológico com outros recursos virtuais no seu trabalho, hoje teremos vários  recursos desafiador e controle impulsivo no momento da linguagem. São ofertados tablete para os alunos com déficit de atenção ou transtorno compulsivo e imperativo.

Algum sinal da dislexia apresenta na idade infantil agi em qualquer situação desenvolvimento tornando o comportamento desestimulador agindo de forma compulsivo atinge as crianças em vários lugares por isso que o ludo pedagógico vem para suprir essas necessidades ativa. Na lousa são proposta que desenvolve as habilidades em leitura e escrita e assim sua aquisição são constante movimento.  Dificuldade na aquisição e automação da leitura e da escrita; pobre conhecimento de rima e aliteração; Desatenção e dispersão; Dificuldade em copiar de livros e da lousa; Dificuldade na coordenação motora fina ou grossa; desorganizado geral, constantes atrasos na entrega de trabalho escolares e perda de seus pertences. Uma notícia é uma série de fatos apresentados a partir de um fato mais importante. A intenção da notícia é apresentar um acontecimento do presente da forma mais imparcial possível – embora saibamos que nenhum texto é neutro, todos os textos carregam ideologias.

Ao passar do processo de vínculos afetivos e cognitivos com a tecnologia “No início foi difícil, pois o educando não queria utilizar o tablete, por se sentir diferente dos seus colegas, então em uma aula foi apropriando e tendo interesse na criação de organizar duplas para a exploração do material. São disponibilizados em duplas os tabletes com o aplicativo Aramumo, assim explicando para todos a importância do uso do mesmo e para facilitar a aprendizagem de alguns alunos, seria muito importante a utilização desse recurso, assim o educando sentiu à vontade em explorar esse aplicativo. Após alguns meses utilizando o mesmo, percebi a melhora na sua aprendizagem”.

Outras possibilidades são utilizadas para realizar a leitura e construção da linguagem e avaliar-se durante o processo de exploração aos programas proposto em sala de aula e aprender utilizar o aplicativo que vem sendo realizado em vários recursos de exploração a atividade a família pode ser participativa participando dos programas ofertados ao aprendizado dos alunos.


Sendo assim a disponibilização da tecnologia em sala de aula a prefeitura de Piraquara foi elogiada pela região metropolitana, em se proporcionar esse recurso virtual aos alunos pensando no desenvolvimento e participativo na educação social e inclusiva na escola.

Portfólio Johanns


LIVOX, A LIBERDADE DE COMUNICAÇÃO PARA TODOS
Por:JohannsErlong Rocha da Silva, 1724309
Polo – Piraquara
Data: 15/09/2017



 

Fonte: Folha Uol

Um mundo onde todos são iguais, é isso que um aplicativo para Android e IOS propõe. O Livox é uma ferramenta que surgiu com o intuito de dar uma voz e a possibilidade de aprender a pessoas com dificuldades especiais, o aplicativo foi desenvolvido por Carlos Pereira que devido ao um erro médico que durante o parto teve sua filha com paralisia cerebral. Através deste estimulo, o aplicativo cujo nome vem do latim esignifica ‘’Liberdade’’ tem ajudado a mais de 20 mil pessoas com deficiência a se comunicarem.
Logo o aplicativo ganhou o seu espaço nas escolas sendo utilizado pela primeira vez em 2014, em Recife, que adquiriu 5.000 licenças do software. Hoje em dia é utilizado por alunos de escolas municipais como a ‘’Engenho do Meio’’ uma escola daregião de Pernambuco.
No Paraná a acessibilidade do aplicativo chega aos poucos.  O primeiro colégio a usar tal recurso foi o “Colégio Estadual do Paraná”, que adquiriu o sistema em 2016 e que vem ajudando no desenvolvimento educacional e social de alunos com dificuldades especiais. Professores do colégio tem utilizado para conseguir dar rendimento escolar aos alunos de forma mais simples.
O benefício do Livox é tão grande que foi reconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas) sendo premiado como a melhor tecnologia inclusiva do mundo.
A expansão do aplicativo ocorre aos poucos. Hoje em dia não é muito comum ver pessoas com necessidades especiais inclusas em colégios estaduais ou até mesmo na sociedade com o caminhar da humanidade aos poucos esse tabu será quebrado e outras invenções como a de Carlos surgiram para criar um mundo mais igual e unido.

Portfólio Denize e Melissa


HAND TALK INOVAÇÃO TECNOLOGICA DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PARA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Denize Batista da Cruz RU: 1875267; Melissa Patricia Gomes RU: 1324817.
Polo Piraquara Edusol
Data: 15/09/2017





No Brasil temos um número grande de pessoas com algum problema auditivo, e é de quase 10 milhões de casos, sendo cerca de 5% da população brasileira, de acordo com o CENSO 2010 do IBGE e a maioria não foram alfabetizadas na língua portuguesa, dependem exclusivamente dalíngua de sinais (Libras),é nesse interesse que surge o aplicativoHand Talk “a fala das mãos” por três rapazes, Carlos Wanderlan, Ronaldo Tenório e Thadel Luz, em Maceió (AL).

Segundo o estudante Ronaldo, quando estava na faculdade seu professor pediu para que criassem um produto inovador, e com o seu interesse no mercado de qualidade, percebeu que tinha muitos serviços para cegos e poucos para os surdos e começou com o projeto.

Ronaldo se formou e abriu uma agência de publicidade, e junto com Carlos especialista em programação, com o curso que Carlos fez de desenvolver aplicativos em Belo Horizonte, tiveram a ideia de por esse conhecimento em pratica, e Ronaldo com o projeto de faculdade, resolver fazer testes com Carlos, no começo eles não tinham o aplicativo em animação, só o protótipo, percebendo que o projeto era capaz de se tornar um negócio, se agruparam com Thadelo especialista em animação, para começar a criar vida ao projeto.

Pouco tempo depois, se inscreveram no Demo Day (uma apresentação em busca de recursos), organizada pelo investidor João Kepler, e mesmo só com o protótipo conseguiram um investimento de 170 mil reais, logo depois, participaram de mais um concurso, o WSA Mobile 2013 pela ONU, que procuravam novos negócios do mundo.

O aplicativo Hand Talk, concorreu com empresas do mundo inteiro, chegaram a representar o Brasil no evento Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, e no fim terminaram como vencedores na categoria “Inclusão Social”, e foram reconhecidos pela ONU como um dos melhores negócios s do mundo.
O Hand Talk trabalha varias posições, como linguagem, interação e conhecimento, o aplicativo liderado por um simpático interprete 3D chamado Hugo que além de traduzir conteúdos para línguas de sinais também esta presente em uma sessão educativa chamada Hugo Ensina, com series e vídeos que crianças e adultos aprendem expressões e sinais em libras.

Em algumas escolas no município de Pinhais, o recurso do aplicativo Hand talk já vem sendo utilizado em sala de recursos, com alunos surdos, professores e intérpretes, para auxiliar e complementar a comunicação, também é utilizado esse aplicativo por estudantes de libras por ter fácil acesso e ser um tradutor de bolso que pode ser levado junto com as pessoas em qualquer lugar estreitando laços entre surdos e ouvintes facilitando e ajudando muito

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Portfólio Elaine e Kathlyn


TECNOLOGIAS ASSISTIVAS DISPONIBILIZADA PARA AUTONOMIA, APRENDIZADO, DESENVOLVIMENTO E INCLUSÃO.
Elaine Aparecida Matias da Luz  RU:1300870
Khatlyn Cristine Ribeiro Petersen RU: 1304141
Polo Pap Piraquara EduSol
Data: 12/09/2017


 

 
Fonte: Google


As limitações do indivíduo com deficiência acabam se tornando uma barreira para o aprendizado. Desenvolver recursos de acessibilidade é uma maneira concreta de neutralizar as barreiras causadas pela deficiência e inserir esse indivíduo nos ambientes ricos para a aprendizagem, proporcionados pela cultura. As tecnologias Assistivas surgiram para construir autonomia, aprendizado, desenvolvimento e inclusão social de pessoas com necessidades educacionais especiais.  São consideradas todas e qualquer ferramenta, recurso ou processo utilizado com a finalidade de proporcionar uma maior independência e autonomia á pessoa com deficiência, vai além de artefatos simples, como uma colher adaptada ou um lápis com uma empunhadura mais grossa para facilitar a preensão, até sofisticados programas especiais de computador que visam a acessibilidade.
No momento em que são dadas condições para o indivíduo interagir e aprender, explicitando seu pensamento, mais facilmente será tratado como “diferente-igual”, ou seja “diferente por sua condição de pessoa com deficiência, mas ao mesmo tempo “igual” por interagir, relacionar-se e competir em seu meio com recursos mais poderosos, proporcionados pelas adaptações de acessibilidade de que dispõe.
Existem inúmeras possibilidades de recursos que podem e devem ser disponibilizados nas salas de aulas inclusivas, conforme as necessidades específicas de cada aluno.
O computador e a Internet podem ser utilizados como Tecnologia Assistiva, ou por meio de Tecnologias Assistivas. O computador é utilizado como Tecnologia Assistiva quando o próprio computador é utilizado par determinado objetivo, por exemplo, utilizado como caderno eletrônico, para o individuo que não consegue escrever no caderno comum de papel. Por outro lado, o computador e utilizado por meio de Tecnologia Assistivas quando o objetivo final desejado é a utilização do próprio computador, por exemplo, adaptações de teclados, de mouse, softwares especiais, etc.
As tecnologias através de computadores busca possibilitar a interação de alunos com diferentes graus de comprometimento motor, sensorial e/ou de comunicação e linguagem, em processo de ensino e aprendizagem. As Tecnologias Assistivas são classificadas em três grupos: Adaptações Físicas ou Órteses, Adaptações de Hardware, Acessibilidade.
Alguns projetos desenvolvidos com crianças portadoras de necessidades envolvendo o uso de computadores foram significativos para o desenvolvimento cognitivo e social. Nota-se a evolução de desenhos, um ganho de independência e segurança. A possibilidade de se tornarem autônomos e criativos, com crescimento social, possibilidade de superar barreiras e preconceitos.
As contribuições que a tecnologia pode oferecer aos alunos promovem diversos resultados: maior autonomia quanto ao controle motor que eles desenvolvem; criatividade e liberdade de escolha na realização das atividades propostas, disponibilidade de fornecer uma ferramenta que torna mais rico o ambiente escolar e para a aprendizagem, superação não só de condições físicas, mas também de isolamento e dificuldade de relacionamento, capacidade de produzirem algo que os tornam felizes.

O computador é uma rica e importante fonte de estímulo, o seu uso desenvolve o crescimento intelectual, emocional, cultural, social e artístico.

Portfólio Andressa, Angelica, Marquiely e Milena


TECNOLOGIA, EDUCAÇAO E INCLUSAO
UM CAMINHO POSSIVEL

Andressa Dolores da Silva Reis Ferraz RU 1733566
Angelica Antunes da Silva RU 1804782
Marquiely Costa da Silva RU 1745776
Milena Anselmo Teixeira RU 1797631         
Polo – Edusol Piraquara
Data (ex. 28/06/2017) 



Fonte: Uninter


O professor precisa estar preparado para novos e crescentes desafios em sala de aula, um exemplo, e saber lidarem com essa geração que tem muito acesso a novas tecnologias, outro grande desafio e a inclusão, afinal o professor deve adequar seu planejamento de acordo com as necessidades dos alunos, e nesse processo o professor devera sempre melhorar sua formação. Uma das grandes dificuldades encontradas na escola para os professores é a comunicação de alunos com deficiência auditiva, hoje no Brasil segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a 12,5 milhões de surdos, e há o registro de vários níveis de surdez, sendo que 5 milhões apresentam alta severidade. Mesmo assim ainda é grande a quantidade de pessoas que não sabem falar a língua brasileira de sinais (libras). Para facilitar a vida destas pessoas, foi lançado em julho de 2017, o projeto Giulia Mãos que falam a tecnologia criada para ajudar na comunicação entre surdos e ouvintes.
Foram esses os desafios que a professora Célia, da Escola municipal João Pedro de Nazaré, superou e revolucionou o método de ensino-aprendizagem. Célia que já leciona á 15 anos, no ano de 2016, recebeu Maria Clara, de nove anos aluna, surda, que freqüentou escola especial, mas que tinhas condições de freqüentar a escola regular. Maria Clara sempre foi uma criança tímida, que procurava muitas vezes se isolar durante a aula, pois não se sentia confortável para interagir com seus colegas. Por este motivo a chegada da aluna mudou a vida de todos na escola, tanto da equipe escolar e principalmente dos alunos. Vale lembrar que o decreto de 5.626 de 22 de Dezembro de 2005, estabelece que alunos com deficiência auditiva tenham o direito a uma educação bilíngüe, mas infelizmente nas escolas publicas não funcionam desta forma, ainda há muito no que melhorar.
Foi então que Célia percebeu que somente a presença de um interprete para Maria clara não seria suficiente, era preciso mais, ela viu a necessidade de todos os alunos interagirem com a colega, diante disso ela resolveu pesquisar novos recursos para que tanto Maria clara, como seus colegas de classe pudessem interagir melhor. Observando as dificuldades, a professora resolveu junto á coordenação colocar em pratica o projeto Giulia, mãos que falam, projeto criado pelo professor da Universidade Federal do Amazonas, Manoel Cardoso.
O aplicativo foi criado para facilitar a comunicação em ambientes específicos, como por exemplo, em hospitais, delegacias, restaurantes e escolas. O sistema é baseado em inteligência artificial, ele interpreta e sintetiza a voz eletrônica os gestos que o surdo faz, é possível com o uso de um bracelete com sensores que identificam os movimentos dos braços e das mãos, transmitindo assim as informações para o aparelho celular através de Bluetooth. No caso do surdo que não conhece o português. Giulia também possui um avatar, um desenho animado que faz os gestos em libras correspondendo o que o ouvinte falou. Para usar o recurso é necessário baixar o aplicativo no playstore, loja virtual do Google para celulares com android. Também é importante ter o celular ou smartphone fixado no pulso, permitindo assim que o celular funcione como uma bússola.
O objetivo da professora e da coordenação da Escola quando resolveram por em pratica o projeto Giulia, era facilitar a comunicação de alunos com deficiência auditiva, dentro da sala de aula, pois o aparelho pode ser utilizado para alunos de todas as idades, e permite ainda que o aluno  avance no conhecimento. O projeto proposto pela professora Célia fez um grande sucesso, e repercutiu muito fora da escola também, tanto que outras escolas e até empresas aderiram ao método.
Os pais de Maria Clara notaram que alem de melhorar na comunicação, Maria Clara ainda obteve melhorias na qualidade de vida, demonstrou também estar mais feliz, confiante, segura e mais independente.



Portfólio Jefferson e Vivian


HAND TALK APROXIMANDO PESSOAS
Por Jefferson Ricardo Biscarra, RU:1789402
Vivian Mateus Siqueira, RU: 1221481
Polo: Pap Piraquara Edusol
Data: 14/09/2017


Fonte: http://www.revistawide.com.br/tecnologia/melhor-aplicativo-social-do-mundo


Usar a tecnologia na sala de aula é algo que deve ser aproveitada e usado a favor dos professores, atualmente crianças, adolescentes e jovens estão envolvidas nesse meio que rápida e fácil comunicação. Porque não usa-la a nosso favor? Usa-la de forma inclusiva aproximando os alunos com deficiência auditiva para mais próximo ao professore vise e versa?
De acordo com o Censo do IBGE, o Brasil possui quase 10 milhões de pessoas com algum tipo de problema auditivo. Desse número, aproximadamente 3 milhões são surdos totais, severos. Aproximadamente 70% desses surdos não compreendem corretamente o português e dependem exclusivamente da Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) para se comunicar. Pensando nisso,Carlos Wanderlan, Ronaldo Tenório e Thadeu Luz resolveram criar um aplicativoinovador chamado Hand Talk que tem como objetivo trabalhar a inclusão dos deficientes auditivos na sociedade, sendo ele um meio de comunicação facilitador entre surdos e ouvintes. O aplicativo possui três funcionalidades bem simples:ousuário pode digitar, falar ou fotografar textos em português e o Hugo (personagem virtual do aplicativo) traduz em tempo real para Libras.Recentemente, depois de um edital, o aplicativo foi escolhido pelo Ministério da Educação (MEC) como aplicativo padrão nos tabletsAndroid 4.0 distribuídos para alunos e professores da rede pública de ensino em todo o Brasil e esta nas três plataformas (Android, IOS e Blackberry). Atualmente o aplicativo tem cerca de 440 mil downloads e 40mil usuários ativos semanalmente. Hand Talk tem sido um aliado para as pessoas que gostariam de se comunicar com deficientes auditivos.
Segundo pesquisas (LEITE, L. S. A formação de professores para a educação inclusiva dos alunos surdos) um dos principais entraves em relação ao fazer pedagógico em sala de aula inclusiva é a dificuldade na comunicação professor aluno, pois mesmo tendo um interprete em sala de aula nem sempre o mesmo traduz da forma como o professor ou o aluno gostaria que fosse transmitida tal informação, criando assim uma distancia entre ambos, já com o aplicativo Hand Talk essa comunicação entre professor ealuno se torna possível.Oaplicativo pode ser baixadonas diversas plataformas (celulares, tablets e computadores), possibilitando diversas formas de acesso.



Portfólio Guilherme


Escola e Professor de Curitiba usam a tecnologia para ensinar alunos 
O uso do aplicativo ProDeaf ajuda alunos surdos e mudos na aprendizagem Escolar
Por (Guilherme Augusto Chepak, RU:684096)
Polo: EDUSOL –Piraquara-PR
Data: 12/09/2017



Fonte:http://www.prodeaf.net/pt-br/OQueE



Na escola Guilherme Augusto Chepak, da rede pública situada na região de Curitiba-Paraná, o Professor: André Rodrigues, usa da tecnologia (aplicativo Pro Deaf), para a inclusão de alunos com deficiência auditiva e fala, em um melhor ensino aprendizagem.
Lecionando as disciplinas de Português e Inglês, o professor com a ajuda do aplicativo ProDeaf, efetua o aprendizado dos alunos surdos ou mudos, com o uso da Tecnologia.A aprendizagem dos conteúdos de Português e Inglês é através do aplicativo por meio de celular, notebook ou computador, o professor André explica que usa um projetorna sala de aula, para que todos os alunos tenham uma melhor visibilidade dos conteúdos, que são traduzidos do português ou inglês para a língua de sinais Brasileira(Libras) ou Língua de sinais Americana(ASL). O aplicativo realiza a tradução de qualquer palavra digitada ou falada e possui um dicionário de Libras, onde através de um professor ou tradutor virtual que realiza todas as linguagens de sinais. O professor André complementa dizendo que que ao usar a tecnologia para seus alunos de ensino médio na faixa etária de 15 a 18 anos, estimula a facilidade que o celular e o aplicativo proporciona na metodologia de ensino, mas também leva esta inclusão para uma melhor comunicação e relacionamento social da comunidade escolar para além dos portões da escola, ou seja, para a comunidade local no exercício da escola em uma sociedade inclusiva com portadores de deficiência auditiva ou fala. O uso do aplicativo pode ser em qualquer lugar por qualquer pessoa, e esta função vai além da sala de aula, pois, ensina qualquer pessoa a se comunicar através da linguagemde sinas e quebra barreiras que as pessoas com deficiência acabam encontrando na sociedade, finaliza o Professor.
A Diretora da escola, Maria de Lourdes relata que, além disso, com o uso do aplicativo e a forma de dar aula, ensina a inclusão de língua estrangeira para as pessoas com deficiência, o que as permite viajar e expandir seus horizontes, como pessoas normais que são, apenas tem uma dificuldade, que com este aplicativo, facilita a aprendizagem de todos, desta forma, suas vantagens são de ser um aplicativo inclusivo de pessoas por meio do celular, computador, sendo sua  única desvantagem, as comunidades mais pobres que não tem acesso a celular ou internet, mas nós como escola estamos tentando de alguma forma levar a inclusão de jovens que tem este tipo de deficiência com uma educação de qualidade, complementa a diretora.
O aplicativo está disponível: na loja Play Store e Apllestore e no site:http://www.prodeaf.net/pt-br


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Portfólio Rosimeri


PlayTable – A mais moderna tecnologia desenvolvida para a inclusão

Por: Rosimeri Zambão RU 949556
Polo – Piraquara Edusol
Data:10/09/2017




Fonte: http://playtable.com.br/blog/o-papel-da-tecnologia-para-inclusao-no-ambiente-escolar


Quando a Lei da Inclusão entrou em vigor nas escolas brasileiras, alguns diretores, professores e pedagogos precisaram buscar alternativas para inserir crianças com todos os tipos de necessidades especiais. É aí que entra a tecnologia para a inclusão de deficientes.
Na perspectiva da educação inclusiva, os recursos tecnológicos são de fundamental importância. São utilizados como instrumentos facilitador da aprendizagem, busca na criatividade uma alternativa para que a criança inclusa realize o que ela precisa, possibilitando uma melhor comunicação e permitindo assim, que o aluno, construa individualmente ou coletivamente novos conhecimentos.
A intenção da tecnologia é estimular o aprendizado para incluir os deficientes no ambiente escolar. Por isso, é importante que sejam escolhidas a dedo as ferramentas que promovam a interação entre as crianças e de forma lúdica para que contribuam para o seu desenvolvimento.
A PlayTable é uma ferramenta que foi criada por Marlon Souza em Blumenau, juntamente com o seu sócio, Jean Gonçalves, é a primeira mesa digital com jogos educativos desenvolvida no Brasil, utilizada em escolas públicas e privadas para facilitar o trabalho do professor. É uma plataforma ludopedagógica de aprendizado estruturada em uma mesa digital interativa e multidisciplinar que desenvolve as habilidades cognitivas e de coordenação motora, principalmente para crianças portadoras de deficiência, isto é, crianças com deficiência motora ou psíquica.
Os jogos da PlayTable possuem três níveis de aprendizado e são indicados para crianças a partir dos três anos. Auxiliam no desenvolvimento motor e cognitivo e são multidisciplinares. A criança pode jogar sozinha ou em grupo.  Além de trabalhar assuntos específicos, como: alfabetização,matemática, ciências, artes, história, entre outros.
Sendo que esses jogos são projetados por professores especialistas de diversas áreas, mesmo tendo conhecimento pedagógico é necessário conter uma equipe de programadores, games designers, ilustradores e artistas alinhados com a ludopedagogia, porque são fundamentais para atender todas as necessidades tecnológicas e pedagógicas.
Diante de todo esse processo o sucesso dos professores vem aumentando e consequentemente o desenvolvimento e aprendizagem das crianças, mais uma vitória da tecnologia no espaço escolar atrelado ao conhecimento científico e pedagógico dos professores.

Infelizmente o que falta é são governantes que realmente se preocupem e invistam na Educação Inclusiva, pois os recursos apresentam um alto custo para aquisição e manutenção, bem como investir em formação continuada para professores que atuam com essas crianças.


Portfólio Henriette


A TECNOLOGIA AUXILIANDO NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS AUTISTAS

Por: Henriette Damaris Slussar dos Santos Franco, RU:1795456
Polo: Edusol – Piraquara
Data: 26/08/2017


 


Fonte: Folha Vitoria

O autismo, distúrbio neurológico que é caracterizado pela dificuldade na interação social, comunicação e pelo comportamento restrito e repetitivo, atinge 1 a cada 50 crianças no mundo, segundo os dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, sendo que, no Brasil cerca de 90% dos casos não recebem o diagnóstico correto da doença. Algo que atrapalha no tratamento, na educação e no convívio dos autistas no país. Felizmente, a tecnologia está a cada dia inovando e criando recursos para auxiliar no processo educacional das crianças com autismo.Uma dessas inovações é o aplicativo ABC autismo que foi desenvolvido por alunos e colaboradores do grupo de pesquisa da coordenadoria de informática do IFAL e tem o objetivo de ajudar crianças e adolescentes que tenham dificuldades no processo de aprendizagem.
O aplicativo pode ser baixado em celulares, tablets e computadores, e possui 4 níveis de dificuldade, com fundamentos da metodologia TEACCH que é centrada no tratamento e educação para autistas e crianças com déficits. Nos dois primeiros níveis a criança aprende habilidades como transposição e discriminação. No terceiro nível as atividades ficam um pouco mais complexas e exigem um maior raciocínio da criança. O quarto nível trabalha o letramento, ensina a repartição das sílabas, conhecimento das vogais e a formação das palavras.
A professora Simone, de português, do primeiro ano de uma escola municipal em Curitiba-PR, percebeu que tinha em sua sala de aula duas alunas com dificuldades no aprendizado, na interação com outros alunos e na concentração. Após uma conversa com as respectivas famílias, foi
descoberto que ambas eram portadoras de autismo. A professora então, resolveu procurar outros métodos para ajudar no aprendizado das suas alunas. Ao ficar sabendo do aplicativo ABC autismo, que poderia ser trabalhado em sua matéria, fez o download em computadores da escola e colocou suas alunas para fazer as atividades. Simone se surpreendeu com os resultados, pois as alunas tiveram uma concentração muito grande, além de ter a fala, a memória e a coordenação motora melhoradas, ficaram mais calmas e mostraram estar se divertindo enquanto aprendiam.

A professoraacredita que esse é um grande passo e que todas as escolas devem aderir ao uso desse aplicativo que como vantagem tem o fato de ser gratuito e totalmente visual, desse modo atraindo a atenção do autista para as atividades, porém acha que o mesmo pode ser melhorado, e ter mais níveis para uma aprendizagem cada vez mais sólida. Simone também cita como desvantagem o fato de o aplicativo ser de uso individual, não havendo interação entre o aluno autista com os seus colegas, e reforça que o aprendizado não deve parar apenas no aplicativo, mas sim ser apenas um complemento, e incentiva as atividades em grupo.