Tecnologias
para a educação especial
Clair Dola Betim 1356775
Fernanda Cristina Lopes 1328212
Fabiane cleres de oliveira 1345660
Pap Piraquara Edusol
Fonte:
G1. globo.com
As tecnologias da
informação estão presentes a todo o instante em nosso dia a dia, o computador e
a internet oferecem facilidades nas mais diversas atividades, essas tecnologias
estão cada vez mais presentes nas escolas.
A tecnologia assistiva
traz ferramentas que podem ser muito eficaz em prol do deselvolvimeto de
crianças com paralisia cerebral que são inseridas em classe regular, sendo essa
uma forma de facilitar o processo de ensino e aprendizagem desses alunos
mostrando benefícios e resultados significativos a partir do uso de aplicativos
para realizar as atividades com o uso da tecnologia se tornaram mais prazerosos
e geram benefícios ao processo de ensino.
Paralisia cerebral é
causada pela falta de oxigenação no cérebro durante a gestação, ou nos dois
primeiros anos de vida sem explicação aparente ela pode afetar os movimentos e
a comunicação das crianças.
Os recursos oferecidos
as crianças com paralisia cerebral, podem ser fundamental não só para a questão
de aprendizagem na escola, mas também para seu desenvolvimento no dia a dia com
os familiares e amigos.
As crianças com paralisia
cerebral podem apresentar algumas alterações sensoriais, motoras, perceptuais e
de linguagem, os materiais utilizados com essas crianças devem ser atraentes
para despertar neles curiosidade que possa possibilitar um uso funcional, o
processo de ensino e aprendizagem deve ser organizado e bem estruturado.
Os softwares atuais já
trazem opções de acessibilidade como configurações do teclado, mouse, além do
teclado virtual essas novas tecnologias já estão nas escolas para serem
utilizados por alunos de inclusão.
O software hagáquê é um
programa livre criado no ano de 2001, por Silvia Amélia bim. Atualmente o
computador trata-se de um importante recurso tecnológico a ser utilizado por
pessoas com paralisia cerebral, hagáqué é um aplicativo que esta sendo
utilizado por uma aluna, de uma escola municipal ela tem oito anos e está no
segundo ano, ela tem paralisia cerebral é cadeirante, faz o uso do aplicativo
na escola onde ela frequenta, para a aluna a tecnologia da informação e
comunicação o auxiliaram muito na comunicação com os professores e colegas, no
processo de alfabetização na possibilidade de participar das atividades.
Com o uso do hagáqué ela
desenvolve atenção, memória, concentração e interação com os colegas o objetivo
desse aplicativo é desenvolver na aluna a autonomia e melhorar a auto-estima, a
aluna precisa fazer o uso da tecnologia assistiva, pois devido seus problemas
de coordenação motora ela não consegue digitar, foi providenciado para ela a colmeia
que é um adaptador ergonômico para teclado, com o uso dele facilita a digitação
e não deixa esbarrar em outras teclas.
As crianças com
paralisia cerebral, assim como qualquer outra criança que apresenta alguma
deficiência ou dificuldade que seja motora, visual, auditiva, metal podem
contar com a tecnologia que ela contribui muito para suas limitações, os
recursos tecnológicos podem oferecer possibilidades lúdica e pode ser
instrumentos mediadores entre criança e o mundo.

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