quarta-feira, 6 de setembro de 2017

SOFTWARES ESPECIALIZADOS FACILITAM O APRENDIZADO DE ESTUDANTES CEGOS


TECNOLOGIA A SERVIÇO DA INCLUSÃO DE DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA

Por Valter José Ribeiro - RU 33402
Polo de Apoio Presencial Piraquara EduSol
Data: 28/08/2017
SOFTWARES ESPECIALIZADOS FACILITAM O APRENDIZADO DE ESTUDANTES CEGOS












 




De acordo com os dados do Censo Escolar 2008/2009, realizado pelo Inep/MEC, mais de 55 mil alunos têm deficiência visual no país. Desse total, 51.311 são os chamados estudantes com baixa visão e 4.604 são cegos. Para freqüentar e estudar, seja na escola regular ou na escola especial, os alunos contam com um grande aliado: a informática. Há vários softwares desenvolvidos justamente para atender à realidade desse público, facilitando e muito o aprendizado e a inclusão desses alunos. Segundo José Francisco Souza, técnico em assuntos educacionais do Instituto Benjamin Constant (IBC) - referência no país em educação de deficientes visuais, o acesso a esses programas é fundamental para que a pessoa possa interagir melhor com a sociedade e o mundo que a cerca: “Tenho 60 anos e na época em que fui alfabetizado, não tínhamos esses recursos. Hoje as coisas estão mais fáceis. Porém, essa facilidade não pode fazer com que a gente se acomode. É preciso continuar indo além, testar nossos limites, nos superar.”.

A informática adaptada para o deficiente visual tem três tipos de programas: os leitores de tela, os ampliadores de tela e os digitalizadores de texto. Os leitores, como o próprio nome sugere, lêem tudo o que está na tela do computador, seja texto, Access, Power point, linguagem de programação, e-mail, MSN, etc. Por isso, são ideais para os cegos totais. Os ampliadores são bons para os chamados baixa visão. Como o programa amplia os ícones, as imagens, as letras e cria contrastes, facilita a leitura de quem tem a patologia da baixa visão, ou seja, não é totalmente cego. Já os digitalizadores transformam textos em sons. “Todos são muito bons, mas cada um atende a uma realidade específica. E um complementa o outro. Por isso, é comum usarmos mais de um programa. Eu, por exemplo, gosto muito do DOSVOX e do NVDA.” Os dois programas citados por Francisco são free, ou seja, podem ser baixados gratuitamente pela internet. O DOSVOX, inclusive, foi desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NCE/UFRJ). Outros muito bons citados por ele são o JAWS e o Virtual Vision, mas têm o inconveniente de serem pagos. São todos leitores. Na linha de ampliadores, existem o Magic e o Zoom Text, também pagos. Já o Open book é um digitalizador de texto.

Em Salvador, Adriana Garcia Rocha, de 39 anos, conhece bem esses programas. Aos 20 anos perdeu a visão e nem por isso parou de estudar. Procurou o Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual (CAP) e deu prosseguimento à sua formação. Hoje é professora de História, com pós em Cultura Afro-Brasileira. “O DOSVOX e o JAWS foram fundamentais para o acompanhamento dos conteúdos em sala de aula. Não sei o que seria da minha vida sem o acesso à informática que tive e tenho a partir desses softwares. Conquistamos mais autonomia e independência com eles.”

Quanto ao uso dos softwares, estes podem ser utilizados em todas as disciplinas do currículo, pois permite ao aluno, poder acompanhar todo o seu avanço e processo ensino-aprendizagem, buscando assim cada vez mais sua autonomia. Permite também a integração e a interação com os demais colegas também, pois com esse recurso tecnológico a distância fica menor entre os estudantes e o professor.

Infelizmente, nem todas as escolas possuem esses softwares, mas podem ser baixados e auxiliar todos os alunos com deficiência visual em todos os níveis.

Política pública


O Ministério da Educação desenvolve, em parceria com os Estados, Municípios e o Distrito Federal, o Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais e o Projeto Livro Acessível para alunos com deficiência visual. Essas ações têm como objetivo a promoção da acessibilidade aos alunos da Educação Especial no ensino regular. Dessa forma, o MEC disponibiliza materiais didáticos e pedagógicos, equipamentos, mobiliários e laptops para comporem as Salas de Recursos Multifuncionais com o objetivo de apoiar a organização da oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE), complementar à escolarização nas escolas da rede pública e laptops aos alunos com cegueira matriculados no fim do ensino fundamental, no ensino médio, na EJA e na Educação Profissional, como recurso de acessibilidade ao livro e à leitura. Os laptops destinados aos alunos com cegueira são disponibilizados justamente com o sistema DosVox e se destinam ao uso individual em sala de aula e demais atividades educacionais, podendo ser utilizados em domicílio, mediante assinatura de termo de responsabilidade, conforme critério estabelecido pela direção da escola.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Portfólio Ana, Andreia e Claudiana


O APLICATIVO ARAMUMO É UTILIZADO NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE PIRAQUARA

Por: Ana Karin Alves da Silva (1032516), Andreia Cordeiro de Jesus (183487) e Claudiana Batistel Jacinto Ribeiro (998468).
Polo – Piraquara Edusol
Data:23/08/2017


 





Fonte: https://www.reab.me/aramumo-aplicativo-para-disturbio-de-aprendizagem/
O município de Piraquara adquiriu no início do ano 900 tabletes para o uso dos professores, juntamente com seus alunos em sala de aula, principalmente aqueles que possuem a dislexia e distúrbios que afetam a aprendizagem, porque o aparelho já vem instalado um programa chamado ARAMUMO, que auxilia o educando na sua aprendizagem.

Hoje utilizamos a tecnologia em quase todos os momentos do nosso dia-a-dia, sendo ela no trabalho, em casa, nos estudos, nos meios de comunicação, dentre outros momentos. Para a área da educação não seria diferente, pois a tecnologia em sala de aula pode auxiliar na inclusão de alunos que possuem alguma dificuldade cognitiva ou motora.

O aplicativo ARAMUMO foi criado por dois alunos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, para auxiliar na aprendizagem dos alunos com distúrbios que afetam a aprendizagem, esse aplicativo é um jogo de palavras cruzadas, porém é com sílabas que ficam flutuando na tela, também a criança pode ouvir as sílabas assim encaixá-las no tabuleiro. O Aramumopossui interface simples e atraente, estimula o raciocínio e possibilita que os educandos ampliem o vocabulário.

A dislexia é um transtorno específico e persistente da leitura e da escrita, que se caracteriza por um baixo desempenho na capacidade de ler e escrever. As pessoas com dislexia têm dificuldade em estabelecer as correlações entre os grafemas e os fonemas.

Alguns sinais da dislexia na idade escolar: Dificuldade na aquisição e automação da leitura e da escrita;Pobre conhecimento de rima e aliteração;Desatenção e dispersão;Dificuldade em copiar de livros e da lousa;Dificuldade na coordenação motora fina ou grossa;Desorganização geral, constantes atrasos na entrega de trabalho escolares e perda de seus pertences;Confusão para nomear entre esquerda e direita;Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas etc.;




Os professores da rede municipal de Piraquara gostaram da iniciativa das autoridades, em adquirir tabletes com o aplicativo Aramumo, pois sabem o valor de um recurso para auxiliar os estudantes com dificuldades cognitivas.

Os tabletes já estão sendo utilizado pelos alunos na rede municipal de ensino. Na escola municipal Antonio Scarante, os professores já sentiram diferença na aprendizagem de seus alunos com dislexia, pois no início do ano eles tinham grandes dificuldades em escrever frases, palavras e distinguir quais letras são utilizados para tal.

 A professora Ivone relata: “No início foi difícil,pois o educando não queria utilizar o tablete, por se sentir diferente dos seus colegas, então em uma aula de Língua Portuguesa disponibilizei em duplas os tabletes com o aplicativo Aramumo, assim explicando para todos a importância do uso do mesmo e para facilitar a aprendizagem de alguns alunos, seria muito importante a utilização desse recurso, assim o educando sentiu a vontade em explorar esse aplicativo. Após alguns meses utilizando o mesmo, percebi a melhora na sua aprendizagem”.

Outra vantagem em utilizar este aplicativo em sala de aula, é saber que os pais podem baixaro Aramumo, pois é fácil de jogar e está disponível no formato de Andróid, podendo assim, auxiliar na aprendizagem do seu filho.


Com a disponibilização da tecnologia em sala de aula a prefeitura de Piraquara foi elogiada pela região metropolitana, em se preocupar com a educação e principalmente com alunos de inclusão, diminuindo assim a exclusão social, principalmente no que diz respeito aos alunos com dificuldades cognitivas.






Portfólio Emanuele, Renata e Giseli


ESCOLA UTILIZA PLAYTABLE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
COM FOCO NA ACESSIBILDADE
Por : Emanuele de Araujo Franco 1083157/ Renata de Fátima Riceto 1360724/ Giseli T Silva 1387794
Polo – Piraquara
Data ( 04/09/2017)

 

Fonte: Site playtable


A ESCOLHA DE PLAYTABLES NA ESCOLA JOSÉ DE SOUZA TEM COMO OBJETIVO          FAVORECER A EDUCAÇÃO INCLUSIVA E A ACESSIBILIDADE COM ATIVIDADES LUDOPEDAGÓGICA.

A Escola Municipal José de Souza- Ensino Infantil e Fundamental, que fica no interior do Paraná, optou por adquirir o playtable, com o objetivo de facilitar o aprendizado dos alunos com certas limitações, sejam elas físicas ou motoras, a mesa possui jogos interativos e trabalha diversas disciplinas no aprendizado infantil, como atividades práticas da matemática, exercícios de memória e soletração de palavras da língua portuguesa, artes, ciências, história entre outros.

A mesa foi desenvolvido com foco na segurança, acessibilidade e concepção visual, a mesa é de plástico, lacrada, resistente e com cantos arredondados. A tela tem tecnologia de sensor infravermelho, adaptada para reconhecer o toque humano e de outros objetos em plástico, feltro, metal ou outros materiais.

Segundo a Lei nº 13.143 que se refere ao Estatuto da Pessoa com Deficiência, prevê a inclusão e o tratamento da pessoa com deficiência com igualdade, mas  a inclusão no ambiente escolar ainda não é tão fácil, pois envolve questões de estruturas e formação dos profissionais de equipe.
 Toda escola que pratica inclusão, mostra que não esta somente cumprindo com a lei mais também se preocupando com seus alunos , dando oportunidade de igualdade para todos dentro da escola.

Com a tecnologia a aproximação dos alunos fica clara, os professores incrementam suas aulas  com o uso dessa ferramenta, estimulando e facilitando o entendimento, o aprendizado e a comunicação entre os alunos. Desde que foi adquirido o playtable na escola, a professora Maria, percebeu o grande desenvolvimento com os  seus alunos,  tanto na parte motora quanto cognitiva.Esta nova ferramenta pode ser utilizada por crianças de 3 a 12 anos. Os jogos  precisam ser pensados de acordo com o grau de aprendizagem dos alunos e opções com diferentes níveis de dificuldade são fundamentais para a integração de toda a classe no momento da atividade.

Nas aulas da professora Maria, o aluno Pedro com síndrome de down, se adaptou facilmente, com os jogos interativos, jogos de memórias, apesar da sua dificuldade de se concentrar, o playtable chama a sua atenção fazendo com que o seu desenvolvimento seja o esperado pela professora. Os pais também perceberam um grande avanço no desenvolvimento dos seus filho.

Os professores vem se destacando por utilizar a tecnologia em suas aulas,  os alunos obtiveram melhoras significativas, principalmente aqueles com alguma deficiência.É importante o uso de ferramentas que tragam acessibilidade de uma forma interativa e de fácil uso para todos dentro da escola. Para saber mais sobre o uso dessa ferramenta na escola José de Souza, acesse a pagina da escola no facebook, e para saber mais sobre o PLAYTABLE, acesse playtable.com.br



Portfólio Edirene, Priscila, Rosana e Roseli


COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA: FERRAMENTA TECNOLÓGICA A SERVIÇO DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Edirene do Pilar Santana. RU: 1211994
Priscila Nogueira. RU: 1040971
Rosana Petroski dos Santos Vicare. RU: 1234566
Roseli Barbosa Correia Gouveia. RU: 1201739
Polo Piraquara Edusol
Data 28/08/2017

 

Imagem de uma atividade de matemática construída para usuário da Comunicação Alternativa
Atualmente na escola particular  Maria Helena, da rede regular de ensino, situada em Curitiba-PR, o uso das ferramentas tecnológicas pelos professores em sala de aula tornou-se uma prática poderosa de educação inclusiva e qualidade de ensino. Essa prática tornou-se comum após a chegada da aluna Valentina Afonso, matriculada no 2º ano do ensino fundamental I, diagnosticada com autismo severo condição essa que a impede de ter a fala e escrita funcional. Por ter a comunicação extremamente comprometida o melhor meio que a escola encontrou para atender e se comunicar com a aluna foi a Comunicação Alternativa (ferramenta da tecnologia assistiva).
“A Comunicação Alternativa é uma área da tecnologia assistiva destinada especificamente à ampliação de habilidades de comunicação, destina-se a pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever”. Como no caso de Valentina e inúmeras crianças que atualmente são inseridas na rede regular de ensino.
Ciente da demanda da sociedade e da necessidade de novas estratégias para se trabalhar com Valentina, a comunicação alternativa foi incorporada a pratica pedagógica da Escola Maria Helena. Com o objetivo de ampliar o repertório comunicativo que envolve habilidades de comunicação e expressão, a professora organiza e confecciona recursos de comunicação alternativa com o sistema de símbolos gráficos, como pranchas de comunicação, cartões de comunicação, pranchas alfabéticas e de palavras, além de utilizar o computador que, por meio de um software específico chamado boardmaker, que serve “especificamente para criação de pranchas de comunicação alternativa”, ele facilita a confecção de recursos de comunicação e também materiais pedagógicos que utilizam os símbolos gráficos, após a produção no programa boardmaker a professora imprime e disponibiliza à Valentina durante as aulas.
Os recursos de comunicação alternativa são produzidos pela professora com apoio de uma especialista da educação especial. Levando em conta várias características que atendem às necessidades e que façam sentido à aluna. Valentina faz uso das pranchas de comunicação alternativa praticamente em todas as aulas, mas principalmente nas disciplinas de português e matemática. A aluna demonstra grande interesse em aprender a pronunciar as palavras e desenvolver as atividades apresentadas pela docente, ao contrário do que ocorria com Valentina na escola anterior, qual utilizava apenas a metodologia tradicional de ensino.
A professora desenvolve várias atividades educacionais para efetivar a acessibilidade e participação de Valentina em sala. Como por exemplo, as atividades com as pranchas alfabéticas, qual usa letras confeccionadas em EVA, Valentina deve tentar formar palavras grudando as letras em uma base com velcro. No inicio do ano letivo o processo de seleção da letra usado por Valentina era indireto, ou seja, a professora quem passava a mão sobre a prancha de letras e quando ela tocava na letra que a aluna deseja escrever, esta emitia um som afirmativo. Tempo depois Valentina usava a mão da professora como gancho para apontar as letras escolhidas. Atualmente a aluna já faz uso da forma direta, em que ela mesma consegue apontar a letra que deseja selecionar. A evolução da aluna surpreendeu professores, a família e aumentou a autoestima de Valentina.

Com base nos resultados positivos alcançados a professora de Valentina considera a Comunicação Alternativa um instrumento favorável e imprescindível para a efetivação da educação inclusiva de alunos com a comunicação comprometida, como no caso de Valentina. A docente assegura não ter encontrado grandes dificuldades para preparar os materiais pedagógicos construídos para a aluna, pois são materiais simples e fácil de confeccionar. Mas afirma que a ferramenta só faz a diferença na educação quando utilizada de forma contextualizada com a realidade do aluno, com o suporte dos responsáveis pela escola, com a colaboração da família do estudante, com a orientação de especialistas da educação especial e com a mudança de postura em relação às práticas pedagógicas.

“São muitas estratégias e propostas de intervenção no processo de desenvolvimento de crianças com autismo, práticas educativas eficazes e formas de contribuir no processo de ensino e aprendizagem”, para Valentina e sua educadora, a tecnologia é uma delas.

Embora o cenário do processo de ensino e aprendizagem de Valentina seja exemplo de grande avanço em relação à educação inclusiva ainda não é a realidade para a maioria dos estudantes com necessidades especiais que estão inseridos na rede regular de ensino do Brasil. As leis que garantem a acessibilidade e possibilidades de aprendizagem desses alunos encontram-se presentes no papel, longe de ser uma prática significativa e de respeito às diferenças.


Portfólio Samanta

Comunicação alternativa
Por (Samanta Monique Vieira de Morais, RU: 1517424)
 PAP-Polo Edusol  – Cidade Piraquara
Data ( 28/08/2017)

 

A construção da comunicação é os que nos conectam socialmente, principalmente na fase escolar, ela se torna indispensável, pois é quando o aluno se afasta do ambiente familiar no qual já se estabeleceu um vínculo emocional e passa a conviver com pessoas diferentes. Isso já pode ser bem traumático para uma criança dita normal necessitando de alguns cuidados no processo de adaptação, quando se trata de um aluno com algum tipo de deficiência isso precisa ser analisado com mais atenção ainda.
Os avanços na área de comunicação vêm afetando o modo de se perceber o mundo, a globalização de informação foi um grande marco na era tecnológica e o uso destas nas escolas constitui-se um verdadeiro avanço desde que bem utilizada poderá trazer evoluções consideráveis. Aliar a tecnologia á educação especial é garantir o direito do acesso ao conhecimento, participação, aprendizado e ter uma convivência educacional como qualquer outra pessoa.
Uma fonoaudióloga estadunidense, Roxanna Mayer Johnson, criou em 1980 um sistema simbólico muito utilizado no mundo, o PCS Picture Communication Symbols. No Brasil ele foi traduzido como Símbolos de comunicação Pictoria que tem sua função da área de tecnologia assistiva que se destina na ampliação da comunicação alternativa, como os cartões de comunicação e pranchas de comunicação são utilizados os sistemas de símbolos gráficos, que são uma coleção de imagens gráficas que apresentam características comuns entre si e foram criados para responder a diferentes necessidades dos usuários que não tem fala, sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.
No processo de interação entre a criança e seus interlocutores ocorre a aquisição de conceitos e a criança desenvolve a capacidade de simbolizar o mundo que a cerca. Inicialmente o bebê manifesta as suas necessidades básicas, através de uma comunicação não-verbal, (choro, expressões motoras, etc.) que são reconhecidos pela mãe. O sistema de comunicação do ser humano é muito complexo, já que, conseguimos transmitir mensagens verbais e não-verbais, porém muitas pessoas não podem desenvolver a fala devido ao comprometimento no mecanismo físico de expressão entre elas crianças portadoras de deficiência mental, distúrbios emocionais e doenças neurológicas (AVE, Paralisia cerebral, etc.)
O PCS é um sistema gráfico visual que possui desenhos simples, podendo se necessário acrescentar fotografias, figuras, números, círculos para as cores, o alfabeto, outros desenhos ou conjuntos de símbolos. O sistema é dividido em 6 categorias primárias, representadas por cores de acordo com a função de cada símbolo, branco: artigos, conjunções, preposições, conceito de tempo, alfabeto, cores, etc., amarelo: pessoas e pronomes pessoais, laranja: substantivos,  azul: advérbios e adjetivos e rosa: símbolos referentes a expressões sociais que facilitam o acesso e o aprendizado das pessoas que utilizam esse sistema no dia- a- dia, extremamente úteis numa grande variedade de atividades e lições estão disponíveis através dos softwares Boardmaker e Escrevendo com Símbolos, fácil simples é rápido alem disso é gratuito.
A escola Castelo Branco tem conseguido respostas positivas com o uso do PCS em sala de aula respeitando os direitos e as particularidades de todos os alunos e valorizando as capacidades e potencialidade individuais favorecendo assim, a inclusão social e educacional.

A comunicação alternativa é de extrema importância assim como outras ferramentas educacionais que auxiliam nas dificuldades encontradas em sala de aula fazendo com que as crianças que necessitam desses recursos diferenciados não fiquem e não se sintam excluídas do grupo gerando assim mais segurança, auto-estima e autonomia.

Portfólio Silvia


TECNOLOGIA ASSISTIVA: AO ALCANCE DAS MÃOS
Por Silvia Letícia Corrêa Pedroso.RU 1558316
Piraquara Edusol
Data 25/08/2017 



Fonte: google.com.br
Essa é a história da Ana, uma professora da rede municipal de ensino de Curitiba, a qual trouxe de forma simples, a inclusão da sua aluna com paralisia cerebral. Helena, a aluna, teve meningite aos 12 meses de idade, que deixou como sequela a Paralisia Cerebral (PC). Desde então, os cuidados de sua mãe para/com ela foram extremamente cautelosos. Mas chegou a hora de Helena frequentar a escola, como todas as outras crianças.
O desafio de Ana começou logo no inicio do ano letivo. Ao receber a notícia que em sua turma haveria uma aluna com PC, a professora passou a semana de estudos pedagógicos, pesquisando e pensando em possibilidades para trabalhar com aquela aluna, incluindo-a aos demais. Considerou muitas tecnologias e acessibilidades, mas precisava de algo que pudesse auxiliar Helena em praticamente todas as horas de aula.
Foi aí, que em um curso de formação de docentes, apresentaram-lhe a Aranha Mola, que é uma órtese facilitadora de escrita.  Ana ficou ainda mais curiosa sobre o acessório, e fez inúmeras pesquisas sobre. Em decisão conjunta com a direção e o conselho de escola, adquiriram o acessório para facilitar a comunicação e interação com Helena.
Com o acessório em mãos, era hora de treinar. Ana achou que não conseguiria manusear aquele objeto pequeno com um lápis ou uma caneta, mas tinha certeza de que era o acessório principal para o desenvolvimento acadêmico de Helena.
Aulas começando. Hora de conhecer e apresentar Helena aos demais colegas, que foram super receptivos com a nova aluna. Ana contou-lhe sobre todas as limitações de Helena, e incentivou lhes a incluir a colega em tudo o que fariam, na medida do possível.







Fonte: http://google.com.br

Apresentou a órtese auxiliadora que Helena usaria, a todos os colegas. Contando a eles que a Aranha Mola é um receptor de lápis ou caneta que tem por objetivo estabilizar e auxiliar o movimento da escrita. Está disponível em 3 tamanhos, e é indicada para casos de paralisia cerebral (como é o caso de Helena), AVCs, tendinite,entre outros. O acessório tem um custo entre 25 e 90 reais, e pode ser encontrado facilmente em lojas de ortopedia.

As crianças ficaram encantadas com a órtese, assim como a mãe de Helena, que já admirou e confiou no trabalho da professora logo de inicio. Quando a escola e a família atuam em conjunto na aprendizagem da criança, esta só tem a ganhar. Principalmente no caso de crianças com alguma necessidade especial. Esse empenho de Ana em conhecer e transmitir o melhor para sua aluna, despertou a confiança da mãe de Helena, o que a encorajou ainda mais para buscar todos os recursos existentes possíveis para um desenvolvimento mais perto do normal para sua filha.

Portfólio Aurea

A importância do Play table na Educação Infantil

Por : Aurea  Antunes Donato  RU: 1753304
Polo – Piraquara Edsol.
Data: 15/08/2017

http;// playtable.com.br.blog


Com base na inclusão, o Play table é uma mesa Educativa que reconhece toque de objeto, tem vários níveis, desde Educação Infantil até Ensino Fundamental. De uma forma interativa e multidisciplinar serve como estímulo cognitivo e motor, com simples manuseio essa ferramenta serve para o professor avaliar o conhecimento de seus alunos; adequando e superando há aprendizagem. Ao mesmo tempo as crianças de 4 a 10 anos brincam e se desenvolvem com aplicativo pedagógico.
Esse aplicativo comporta as atividades ludo pedagógico com alunos autistas, podendo motivá-los a interagir. Nesse caso em duplas ou em grupo as crianças jogam junto para aprenderem a dividir, esperar sua vez, ganhar ou perder; desenvolvendo o raciocínio lógico, a memorização, a atenção, a paciência e a criatividade nas resoluções dos problemas de linguagens e expressão. São situações que refletem em outra interação social. Atividades que desenvolvem e estimulam a pressão dos dedos em movimento amplo e a coordenação motora fina.
As disciplinas como matemática, português, ciências, arte e história, facilitando a realização de cálculos simples e complexos de palavras, montagem e encaixe de peças (quebra-cabeça), amplia o tempo para que eles realizem suas atividades. Através dessa tecnologia em sala de aula, pode-se fazer toda diferença, com aulas mais dinâmicas e atrativas.
Dessa maneira as crianças se divertem aprendendo com mais facilidade, estimulando seus desenvolvimentos dentro da linguagem, que é a brincadeira.  Alguns ao contrário apresentam alto desempenho e desenvolvem habilidades específicas para memorizar números ou obter um

conhecimento específico sobre a tecnologia. O Play table quando usado na medida certa, contribuisignificativamente para o desenvolvimento da criança autista, podendo deixar o aluno mais curioso, observador, concentrado e comprometido.
Por ser um equipamento com custo alto, nem todas as escolas podem adquirir essa ferramenta tecnológica, devido à falta de planejamento e dificuldades com recursos financeiros.  Percebe-se que algumas escolas possuem no máximo três equipamentos, como por exemplo, o município de Pinhais – Paraná.
Portanto, nota-se que, a tecnologia na inclusão tornou-se facilitadora, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo da criança autista, porém, a ferramenta não se encontra a disposição nas escolas devido ao seu elevado custo. Dessa forma, é possível avaliar, analisar o conhecimento da criança em sala de aula. Após alguns meses avaliando o aprendizado do aluno de inclusão, é possível detectar que pode haver diferentes níveis de aprendizado da criança, de acordo com o ambiente escolar.

O objetivo desse trabalho é poder ensinar a criança a atingir o conhecimento até a sua fase adulta. Por meio desse processo de acompanhamento lúdico, a criança poderá avançar na aprendizagem e no conhecimento, sendo valorizada no meio social de forma segura.