quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Portfólio Ana Paula Domingues


MÃOS QUE FALAM... A TECNOLOGIA AGINDO A FAVOR DOS SURDOS E MUDOS.
Ana Paula Domingues Gomes Muller RU 1701861
PapEdusol- Piraquara
12/09/17


 



Fonte: imagens da Google


A tecnologia no mundo todo vem sendo cada dia mais abrangente e possibilitando recursos para facilitar nosso dia a dia, principalmente das pessoas com deficiências. Uma notícia pra lá de boa é a novidade das mãos que falam! Isso mesmo a oportunidade que o prof.Dre inventor Manuel Cardoso fundador da empresa MapsTechnologys especialista em robótica explicou oficialmente em rede globo em um programa “Conversando com Bial” como funciona o aplicativo que oferece a oportunidade para as pessoas surdas e mudas a se comunicarem, o chamado “Projeto Giulia” um sensor capaz de detectar movimentos das mãos transmitindo para o smarphoneatravés do bluetooth,  transformando em mensagem de texto, e em seguida uma voz eletrônica lê o que foi escrito,uma ideia que irá facilitar a vida dos alunos e professores surdos e mudos e mantendo – os assim  em inclusão social no mundo todo.
A Empresa MapsTechnologys foi fundada pelo inventor e professor do Núcleo de Robótica e Automação da Universidade Estadual do Amazonas(UEA), Manuel Cardoso de 45 anos, em 9 de dezembro de 1993 quando Manuel prestava serviços de consultorias em automação nas industrias do Polo Industrial de Manaus(PIM). A Maps Cardoso consolidou a sua tecnologia nas indústrias do PIM, e em seguida se expandiu para os demais centros industriais do país, concentrados nas regiões sul e sudeste contando com grandes patrocinadores. 
Segundo o inventor o “Projeto Giulia” se originou em um passeio numa feira de tecnologia de vídeo games e se deparou com uma pulseira que captava os movimentos do corpo para a tela do computador, vendo tal sensores, Manuel relata “que imaginou então sendo aquilo usado para se comunicar como a linguagem de libras”, pois a maioria da população do mundo não interpretam libras e muitos não tem a chance de poder aprender.
Mãos que falam!! O inventor iniciou então apartir dai sua pesquisa e criação para a elaboração de sua ideia que originou o “Projeto Giulia”,“que está disponível em breve para todos de graça emempresas credenciadas” diz Cardoso, que dará a oportunidade de qualquer pessoa ter acesso a essa tecnologia podendo facilitar a vida das pessoas em fase de aprendizado com por exemplo uma aluno na escola quer perguntar algo para o professor ou o próprio professor que quer aprender e ensinar, ou até mesmo um adulto surdo e mudo em suas relações sociais, ter sua vida sem precisar de uma pessoa ao seu lado para interprete de libras direto poderá ter autonomia e direito ir e vir para onde quiser assim vivendo a sua liberdade de expressão.

A Associação de Surdos e Mudos de Manaus foram os primeiros a colocarem em práticas essa tecnologia inovadora pois segundo o próprio professor Cardoso “Nada se faz para eles sem a participação deles”.

Portfólio Taiane, Tatiane e Fernanda


Aplicativo auxilia na aprendizagem de crianças autistas

Por: Taiane Meira de Moura               RU: 1811661
        Tatiane Natally Meira de Moura  RU: 1070751
        Fernanda Américo                      RU: 1904922
Polo: Edusol – Piraquara
Data: 11/09/2017


 


Fonte: Foto: Reprodução/PlayStore.
O aplicativo ABC Autismo é uma ferramenta desenvolvida por pesquisadores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), para auxiliar na aprendizagem de crianças e adolescentes com autismo.
 “Autismo é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com Autismo partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim, essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem óbvias para todos; ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento. Autismo pode ser associado com deficiência intelectual, dificuldades de coordenação motora e de atenção e, às vezes, as pessoas com autismo têm problemas de saúde física, tais como sono e distúrbios gastrointestinais e podem apresentar outras condições como síndrome de deficit de atenção e hiperatividade, dislexia ou dispraxia. Na adolescência podem desenvolver ansiedade e depressão.”
O ABC Autismo é baseado no programa “TEACCH  é um treinamento clínico que surge a partir de pesquisas realizadas na Universidade da Carolina do Norte, desenvolvidas pelos doutores Eric Schopler e Robert Reichler na década 60.  Esse programa com base teórica comportamental, desenvolveu a abordagem de intervenção chamada “structured TEACCHing” (em português “ensino estruturado”, mais uma intervenção em ABA -Applied Behavior Analysis). O que chamamos no Brasil de TEACCH é o “structural TEACCHing”, uma matriz de ensino com base nas características de aprendizagem dos indivíduos com autismo. Em resposta as dificuldades apresentada por esses indivíduos. No Brasil este tipo de intervenção tem sido utilizadas em muitas Apaes, e parece se adequar bem as necessidades especificas desse tipo de instituição”. 
O aplicativo contém quatro níveis dispondo dez fases cada nível, o primeiro nível proporciona desenvolver a coordenação motora e igualdade, o segundo nível conta com formas geométricas, tamanhos e cores, terceiro nível igualdade de cores e tamanhos e montagens de imagens, quarto nível disponibiliza a repartição de silabas, conhecimento de vogais e formação de palavras.


http://revistacaleidoscopio.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Foto-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg

ABC Autista foi testado com as crianças da Associação de Amigos Autistas de Alagoas e conquistou boa aceitação. Um bom exemplo sobre o aplicativo são os gêmeos Gustavo e Cristiano, de 20 anos, que não foram alfabetizados, mas dominam as fases apresentadas no jogo. Segundo a mãe, Maria Helena de Azeredo Roscoe, devido à boa interface da ferramenta, os dois conseguem abrir o game espontaneamente e jogá-lo com bastante autonomia.

Referência:                                                                                                                                                            Disponível em: http://autismo.institutopensi.org.br/informe-se/sobre-o-autismo/o-que-e-autismo/ Acesso em 11 de setembro de 2017.                                                                     .                                                                                                            Disponível em: http://autismo.institutopensi.org.br/noticias/autismo-e-terapia-o-que-e-o-teacch/ Acesso em 11 de setembro de 2017.                                                                                                     .                                                                                                                                Disponível em:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/tecnologia/2015/11/03/interna_tecnologia,607836/aplicativo-auxilia-aprendizado-de-criancas-autistas.shtml Acesso em 11 setembro de 2017

Portfólio Lesieris

APLICATIVO GIULIA - PROJETO  “MÃOS QUE FALAM”
Lesieris Gouveia. RU: 354052
Polo Piraquara Edusol
Data 13/09/2017



Fonte: https://queminova.catracalivre.com.br/inclui/app-giulia-promove-inclusao-de-surdos/
Todos nós em nosso cotidiano,seja no colégio, seja no trabalho, no super mercado ou no ponto de ônibus, já nos deparamos com uma pessoa com deficiência auditiva e todos já tentamos ajudar de alguma forma, mas a comunicação muitas vezes é impossível, quantos já tiveram que escrever em um papel ou até mesmo digitar no celular para poder ter uma comunicação com esse grupo de pessoas que por muito tempo se manteve fechado entre eles, os deficientes auditivos, no máximo os familiares que por força da situação aprendem a linguagem de sinais, pessoas fora de seu convívio não veem a necessidade de aprender tal linguagem e as pessoas com essa deficiência sempre contaram com a paciência e a boa vontade das pessoas.
Com a chegada do celular como já foi dito as coisas ficaram mais fáceis, os aplicativos disponíveis são muitos, em alguns casos o deficiente digita as palavras no aparelho e um aplicativo de voz converte em som  para o seu interlocutor. Isso ajuda muito mas ainda gera certas dificuldades pois pra se comunicar a outra pessoa envolvida precisa digitar no aparelho para que o deficiente possa ler e existem pessoas que ainda não tem muita intimidade com o teclado do celular e também surdos que não são alfabetizados aí coisa fica complicada.
Pensando nisso o professor Manuel Cardoso juntamente com pesquisadores da Universidade do Amazonas(UEA), desenvolveram um aplicativo que se chama GIULIA, que faz parte do projeto “MÃOS QUE FALAM”.

O aplicativo funciona com o uso de um bracelete que possui sensores que captam os movimentos e transmitem ao smartphone por meio de bluetooth onde o deficiente auditivo  que são reconhecidos pelo aparelho onde o aplicativo transforma em som ou texto, para a outra pessoa envolvida no dialogo se comunicar, basta que o deficiente auditivo acione o microfone e grave a mensagem que vai ser transmitida por meio também de texto ou caso o deficiente não saiba ler, por meio de  um Avatar( um personagem animado), que reproduz a mensagem ao deficiente auditivo utilizando a Linguagem Brasileira de Sinais(LIBRAS).
O aplicativo esta disponível para todos basta fazer um pequeno cadastro e utilizar em nosso dia a dia, o aplicativo facilita muito a vida do deficiente em todo as  situações, no super mercado na hora de pagar a conta , para pedir informações sobre um endereço , para comprar um remédio na farmácia,nas escolas em todas a dicíplinas alunos que iniciam a sua fase escolar podem se beneficiar com o uso do aplicativo para se comunicar com os professores e interagir com os outros alunos promovendo assim a inclusão, basta conhecer a linguagem de sinais(LIBRAS).
O uso do aplicativo ainda depende do bracelete mas já existe uma versão do aplicativo sendo desenvolvido que dispensa o uso bracelete necessitando apenas do smartphone, o professor Manuel Cardoso garante que novos projetos surgirão pensando sempre em facilitar a vida dessas pessoas com necessidades especiais.
“A verdadeira riqueza do conhecimento é quando ele se aplica na prática, transformando a realidade da pessoa ou das pessoas na sociedade”, palavras do professor Manuel Cardoso.

Fontes







Portfólio Valter da Silva


MESA DIGITAL AUXILIA ALUNOS DE INCLUSÃO
NAS ESCOLAS PUBLICAS DO PARANÁ
Por:Valter da Silva de Oliveira 1721225
Edusol – Piraquara
Data (13/09/2017)

 

Fonte: http://playtable.com.br/blog/ludopedagogia-inspira-primeira-mesa-digital-com-jogos-educativos-desenvolvida-no-brasil/



Numa escola da região metropolitana de Curitiba no estado do Paraná está sendo realizado um projeto de inclusão, com alunos especiais que frequentam sala de aula com alunos regulares, auxiliando no desenvolvimento e convívio social, coordenação motora, concentração e déficit de atenção. A mesa digital foi incluída na escola Izzack Pereira dos Santos no município de Piraquara na sala do primeiro ano do ensino fundamental que inclui um aluno com autismo que necessita de cuidados especiais, para seu desenvolvimento e convívio social e também a aprendizagem das mateiras dadas em aula.
Antes da inclusão da mesa digital o aluno João da Silva que tem 6 anos de idade e apresenta um nível alto de autismo, tendo dificuldades de comunicação verbal e não conseguindo expressar suas necessidades privadas ex:( ir ao banheiro, pedir água, estar com fome), não conseguia interagir com a turma, tendo dificuldade total de aprendizagem e não socializando com os outros alunos. Com a inclusão da mesa digital e a professora Tereza de Jesus percebeu a mudança no comportamento do aluno João da Silva vendo seu desenvolvimento e interesse ela diz “antes ele era agitado não gostava de ficar em sala de aula e nem se enturmava com os coleguinhas não tinha interesse nos materiais escolares e ficava praticamente isolado, mas agora com o auxilio da mesa digital ele começou a ter interesse em participar das atividades e conviver com os colegas interagindo com os jogos educativos que necessitam da ajuda dos colegas seu desenvolvimento melhorou muito”.
A mesa digital tem se tornado aliada no desenvolvimento e estimulação de crianças autistas, com Síndrome de Down, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), surdez, deficiências físicas e motoras, entre outras. O uso pode ser tanto compartilhado com outras crianças ou em um trabalho específico como na situação apresentada na escola Izzack Pereira dos Santos. A diretora Maria do Rosário concorda e ressalta que “ a mesa digital foi muito bem projetada tendo capacidade de auxiliar os professores em sala de aula e ter maior interesse dos alunos, não só para os alunos de inclusãomas também os alunos regulares que ajudam e aprendem junto com as crianças que são o foco principal desse projeto”.
Criada inicialmente para entretenimento, para cantinhos da criança em restaurantes, salas de espera e shoppings, entre outros, depois foi repensada para a Educação e foi neste segmento que chamou a atenção de educadores para trabalhar com as chamadas “crianças de inclusão”, nas salas de recursos multifuncionais e em salas do primeiro ano do ensino fundamental. Um dos criadores da mesa digital diz “Uma das principais características do nosso produto é permitir a interação e socialização das crianças ao usar os jogos e aplicativos da mesa digital. Quisemos então que esta interação acontecesse da mesma maneira e com a mesma eficiência para crianças com ou sem deficiências. Daí partiu nosso trabalho de pesquisa e implementações que resultou numa mesa digital totalmente inclusiva e adaptativa para as diferentes realidades e necessidades dessas crianças, tanto na sua estrutura física quanto nos jogos e conteúdos disponíveis”.
Os jogos e aplicativos são projetados por professores especialistas em diversas áreas, juntamente com uma equipe de programadores, games designers, ilustradores e artistas alinhados com a ludopedagogia. Os conteúdos são fundamentados nas diretrizes curriculares do Ministério da Educação, tanto para a educação infantil quanto para os anos iniciais. Além dos assuntos específicos como alfabetização, matemática, ciências, artes e história, entre outros, os aplicativos estimulam habilidades cognitivas, como raciocínio lógico, memória, atenção e coordenação motora. Atualmente, são 40 aplicativos educativos disponíveis para a mesa digital.

Esperamos que nos próximos anos essas tecnologias estejam disponíveis a todas as escolas, podendo ampliar e contribuir com o desenvolvimento de todas as crianças como está sendo feito no município de Piraquara, esperamos que outros municípios e estados entrem com esses projetos pois desejamos uma educação igualitária onde a inclusão não seja deixada de lado.

Portfólio Francieli, Gilmara, Jenifer e Pâmela


APLICATIVO AUXILIA CRIANÇAS NO SEU DESENVOLVIMENTO INTEGRAL
Por  Francieli Mª de M. de Oliveira; Gilmara Apdª Dias; Jenifer D. Dionisio; Pâmela C. de S. de Catro. RU: 1250159; 1246971; 1258001; 1251094.
Polo: Edusol PAP Piraquara/PR
Data (05/09/2017)


Disponível em: http://cidadaniadireitosdosdeficientes.blogspot.com.br/2014/  Acesso em 04 de setembro de 2017.


No municipio de Piraquara, uma professora preocupada com o desenvolvimento total de seus [obs:1] alunos, ao pesquisar recursos e métodos para a melhoria na aprendizagem descobriu no aplicativo Livox uma grande ferramenta para auxiliar não só pessoas com distúrbios motores, mas também cognitivos e visuais.  A professora Maria.J que trabalha com uma turma de Recursos viu no aplicativo a ajuda que necessitava para auxiliar seus alunos que trazem várias dificuldades sejam elas, na leitura, na visão ou até mesmo na compreensão de conceitos abstratos. Ela relata que ao pesquisar mais sobre esse aplicativo se surpreendeu como ele foi criado e com qual intuito, afinal ele foi criado a partir da necessidade de um pai e uma mãe que gostariam de se comunicar melhor com sua a filha que tem paralisia cerebral.
            A professora tem utilizado o aplicativo em vários momentos principalmente nos momentos de alfabetização, por se tratar de um aplicativo de fácil uso ele traz um teclado virtual inteligente que fala automaticamente palavra por palavra, além de trazer um recurso para que qualquer pessoa com deficiência possa se comunicar. Ele é adaptável a qualquer idade.
            O aplicativo atravessou fronteiras e já foi lançado em outras quatro línguas: inglês, espanhol ,árabe e alemão.  Segundo a profesora Maria.J uma desvantagem no aplicativo é que ele é pago e não é barato, ao mesmo tempo que ele poderia ser instalado em qualquer tablet o seu uso é limitado, pois nem todos tem condições de adquiri-lo. No Brasil algumas prefeituras estão adquirindo e muitas Apaes já o utilizam, mas ainda falta interesse por parte dos políticos e secretários de educação, até mesmo incentivo a parcerias para que o uso do aplicativo seja para uma maior demanda. E a maior vantagem que se vê no aplicativo é que ele dá voz as pessoas, dá a oportunidade de quem tem alguma deficiência alem de aprender se comunicar com o mundo.

Portfólio Ana e Elisabete


APLICATIVO LIVOX AUTONOMIA E INCLUSÃO
Por (Ana Paula de Souza, 179888)
       (Elisabete Pontarolo, 265422)

Polo – Pap/ Piraquara
Data (12/09/2017)

 

Correiobraziliense.com.br


Uma Professora de Matemática da escola Santa Maria,utiliza o aplicativo livox que permite aos alunos a comunicação por meio de tablet, usando catálogos de palavras e imagens que são reproduzidas em áudio quando são selecionadas ou digitalizadas. Como um recurso para um aluno de 13 anos, com paralisia cerebral. O aplicativo foi criado por Calos Pereira, que é analista de sistemase diretor de uma clínica de fisioterapia em Recife (PE), que criou o aplicativo para se comunicar com sua filha, que tem Paralisia Cerebral, o aplicativo da voz autonomia para as pessoas com deficiência motora, cognitiva ou visual e autismo. O app está disponível para aparelhos com sistema operacional Android e, em breve, será liberado para quem tem iPad. Além disso, o software está sendo atualizado para aqueles que só poderão operá-lo através dos olhos.
“Os usuários tocam a tela do tablet com o software instalado para expressar por comando de voz suas emoções, necessidades e desejos, como o de se alimentar, por exemplo, entre outras coisas. O software contém um catálogo de 20 mil imagens, que podem ser utilizadas em conjunto com textos e também permite o acesso a atividades culturais, como filmes, desenhos e músicas. Os usuários também conseguem aprender a ler, adquirir vocabulário e estudar matemática”.
“O aplicativo é baseado em algoritmos inteligentes, como o IntelliTouch, que se ajusta a diferentes graus de deficiência motora, cognitiva e visual, sendo capaz de corrigir o toque impreciso na tela do tablet da pessoa com deficiência. O teclado virtual da ferramenta fala automaticamente por comando de voz palavras ou frases que estão sendo digitadas, o que torna possível a comunicação do usuário com outras pessoas. O software permite a criação de pranchas com imagens personalizadas e o compartilhamento do conteúdo entre tablets com a ferramenta instalada”.

De acordo com a organização mundial de saúde existem cerca de Um bilhão de pessoas com deficiência no mundo.
 Com o uso do aplicativo é possível que os usuários, possam se comunicar e a estimular o potencial,dentro e fora da sala de aula, com isso ganham autonomia, conseguem aprender coisas que não poderiamcom o Livox as pessoas vão além da fala elas podem ouvir músicas, assistir vídeos, fazer provas pra a escola e muito mais, a professora usa esse recurso com seu aluno, onde possibilita a comunicação entre eles, nas aulas de matemáticas ele consegue resolver as equações através do aplicativo. O uso do Livox como ferramenta na escola tem sido fundamental, os usuários também conseguem aprender a ler, adquirir vocabulário e estudar matemática. Além da comunicação com os colegas.Há vantagens no uso do Livox, pois ele torna a convivência no ambiente escolar mais fácil para os professores e alunos com uma melhor comunicação e compreensão dos conteúdos, além disso, o download e grátis, a desvantagem seria o alto custo da escola em adquirir os tablets, para suprir as necessidades dos alunos.


Portfólio Mirian


         O USO DE FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS COM ALUNOS DE INCLUSÃO /                          
                     OS APLICATIVOS COM ‘’MINHA ROTINA ESPECIAL’’ PARA AUXILIAR NA
                                     INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS
Mirian De Oliveira Da Rosa De Souza RU: 1322785
Polo – PAP PIRAQUARA EDUSOL
Data (ex. 10/09/2017)


Fonte: http://minharotina.com.br/
   A tecnologia revolucionou nossas vidas, ela nos trouxe mais rapidez em realizar atividades como: fazer diagnósticos médicos, na forma de nos comunicarmos, se locomover e por incrível que pareça ela ajudou no meio escolar. Você deve estar se perguntando como ela ajudou no meio escolar?Foi através do uso de tecnologias em sala de aula que viu se que era possível ter alunos com necessidades especiais ou deficiências. Preocupados com a demanda muitos softwares começaram a criar vários aplicativos muito específicos.
Um exemplo é o aplicativo iPads ‘’MINHA ROTINA ESPECIAL’’ , este aplicativo auxiliar crianças com deficiências ,síndromes e autismo,ele ajuda a estimular o desenvolvimento integrando informações de rotina ,fazendo as mesmas mais claras organizadas para crianças inclusas ,que  tem diferentes desafios em seu dia- dia ,este aplicativo pode ser utilizado   como facilitado para o   estimulo da a aprendizagem dentro da sala de aula.
 O aplicativo foi criado pelo Terapeuta Ocupacional Regis Nepomuceno, que utilizou suas metodologias de trabalho para desenvolver o software.
O software ‘’MINHA ROTINA ESPECIAL ‘’tem por objetivo que os seus usuários tenham a integração com atividades diárias dando lhes a maior possibilidade de aprendizado e desenvolvimento. Quanto mais a criança aprende sobre o seu dia-a-dia mais segura ela se sente  para tem  autonomia e confiança  em aprender em diferente ambientes .

Como funciona o aplicativo?

Ele funciona da seguinte forma: uma pessoa responsável tira fotos, salva as fotos no aplicativo, que ira organizá-las em forma de agenda, que ira mostrar o que será realizado a cada etapa e ao final será retomado tudo o que acriança realizou.
Este aplicativo pode ser personalizado para que a criança se reconheça e reconheça suas atividades tenha mais autônima em seu dia-a-dia.  
O aplicativo também tem uma adaptação para crianças que ainda não são alfabetizadas ou que tenha alterações visuais, para que a criança possa utilizar o aplicativo, que um gravador de voz para auxiliar no reconhecimento das atividades. Neste aplicativo também  é possível imprimir as fotos da rotina da criança ,tendo a possibilidade  fazer um mural de rotina para auxiliá-la em   seu desenvolvimento.
Este aplicativo seria muito útil em sala de aula para auxiliar os professores com crianças inclusas, pois nele o professor poderia colocar a rotina e a dinâmica da sala. Ele seria um facilitador para o desenvolvimento cognitivo  e sensório motor ,pois através dele o estudante teria mais interação com o meio em que esta inserido. 
Para muitas crianças estabelecer rotinas é primordial para a aprendizagem sendo como um caminho a seguir, pode parecer sem importância mais são as pequenas coisas que são as mais importantes.
A professora Maria diz “este aplicativo me ajudou muito em sala, pois tenho um aluno que é autista e era um pouco difícil se comunicar e ele não conseguia compreender algumas rotinas. Com o software eu pude ajudar o meu estudante  a    se reconhecer  , reconhecer sua rotina ,os colegas  da escola. O uso de tecnologias em sala  facilitou a inclusão’’.
Que a tecnologia tem ajudado os educando em sala de aula não temos dúvida alguma, porem não devemos ficar preso nas tecnologias achando que elas iram resolver os problemas de preconceito, devemos mudar nossa forma de pensar e agir a respeito das pessoas com deficiência. Pois  não somos todos iguais.