quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Portfólio Jefferson e Vivian


HAND TALK APROXIMANDO PESSOAS
Por Jefferson Ricardo Biscarra, RU:1789402
Vivian Mateus Siqueira, RU: 1221481
Polo: Pap Piraquara Edusol
Data: 14/09/2017


Fonte: http://www.revistawide.com.br/tecnologia/melhor-aplicativo-social-do-mundo


Usar a tecnologia na sala de aula é algo que deve ser aproveitada e usado a favor dos professores, atualmente crianças, adolescentes e jovens estão envolvidas nesse meio que rápida e fácil comunicação. Porque não usa-la a nosso favor? Usa-la de forma inclusiva aproximando os alunos com deficiência auditiva para mais próximo ao professore vise e versa?
De acordo com o Censo do IBGE, o Brasil possui quase 10 milhões de pessoas com algum tipo de problema auditivo. Desse número, aproximadamente 3 milhões são surdos totais, severos. Aproximadamente 70% desses surdos não compreendem corretamente o português e dependem exclusivamente da Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) para se comunicar. Pensando nisso,Carlos Wanderlan, Ronaldo Tenório e Thadeu Luz resolveram criar um aplicativoinovador chamado Hand Talk que tem como objetivo trabalhar a inclusão dos deficientes auditivos na sociedade, sendo ele um meio de comunicação facilitador entre surdos e ouvintes. O aplicativo possui três funcionalidades bem simples:ousuário pode digitar, falar ou fotografar textos em português e o Hugo (personagem virtual do aplicativo) traduz em tempo real para Libras.Recentemente, depois de um edital, o aplicativo foi escolhido pelo Ministério da Educação (MEC) como aplicativo padrão nos tabletsAndroid 4.0 distribuídos para alunos e professores da rede pública de ensino em todo o Brasil e esta nas três plataformas (Android, IOS e Blackberry). Atualmente o aplicativo tem cerca de 440 mil downloads e 40mil usuários ativos semanalmente. Hand Talk tem sido um aliado para as pessoas que gostariam de se comunicar com deficientes auditivos.
Segundo pesquisas (LEITE, L. S. A formação de professores para a educação inclusiva dos alunos surdos) um dos principais entraves em relação ao fazer pedagógico em sala de aula inclusiva é a dificuldade na comunicação professor aluno, pois mesmo tendo um interprete em sala de aula nem sempre o mesmo traduz da forma como o professor ou o aluno gostaria que fosse transmitida tal informação, criando assim uma distancia entre ambos, já com o aplicativo Hand Talk essa comunicação entre professor ealuno se torna possível.Oaplicativo pode ser baixadonas diversas plataformas (celulares, tablets e computadores), possibilitando diversas formas de acesso.



Portfólio Guilherme


Escola e Professor de Curitiba usam a tecnologia para ensinar alunos 
O uso do aplicativo ProDeaf ajuda alunos surdos e mudos na aprendizagem Escolar
Por (Guilherme Augusto Chepak, RU:684096)
Polo: EDUSOL –Piraquara-PR
Data: 12/09/2017



Fonte:http://www.prodeaf.net/pt-br/OQueE



Na escola Guilherme Augusto Chepak, da rede pública situada na região de Curitiba-Paraná, o Professor: André Rodrigues, usa da tecnologia (aplicativo Pro Deaf), para a inclusão de alunos com deficiência auditiva e fala, em um melhor ensino aprendizagem.
Lecionando as disciplinas de Português e Inglês, o professor com a ajuda do aplicativo ProDeaf, efetua o aprendizado dos alunos surdos ou mudos, com o uso da Tecnologia.A aprendizagem dos conteúdos de Português e Inglês é através do aplicativo por meio de celular, notebook ou computador, o professor André explica que usa um projetorna sala de aula, para que todos os alunos tenham uma melhor visibilidade dos conteúdos, que são traduzidos do português ou inglês para a língua de sinais Brasileira(Libras) ou Língua de sinais Americana(ASL). O aplicativo realiza a tradução de qualquer palavra digitada ou falada e possui um dicionário de Libras, onde através de um professor ou tradutor virtual que realiza todas as linguagens de sinais. O professor André complementa dizendo que que ao usar a tecnologia para seus alunos de ensino médio na faixa etária de 15 a 18 anos, estimula a facilidade que o celular e o aplicativo proporciona na metodologia de ensino, mas também leva esta inclusão para uma melhor comunicação e relacionamento social da comunidade escolar para além dos portões da escola, ou seja, para a comunidade local no exercício da escola em uma sociedade inclusiva com portadores de deficiência auditiva ou fala. O uso do aplicativo pode ser em qualquer lugar por qualquer pessoa, e esta função vai além da sala de aula, pois, ensina qualquer pessoa a se comunicar através da linguagemde sinas e quebra barreiras que as pessoas com deficiência acabam encontrando na sociedade, finaliza o Professor.
A Diretora da escola, Maria de Lourdes relata que, além disso, com o uso do aplicativo e a forma de dar aula, ensina a inclusão de língua estrangeira para as pessoas com deficiência, o que as permite viajar e expandir seus horizontes, como pessoas normais que são, apenas tem uma dificuldade, que com este aplicativo, facilita a aprendizagem de todos, desta forma, suas vantagens são de ser um aplicativo inclusivo de pessoas por meio do celular, computador, sendo sua  única desvantagem, as comunidades mais pobres que não tem acesso a celular ou internet, mas nós como escola estamos tentando de alguma forma levar a inclusão de jovens que tem este tipo de deficiência com uma educação de qualidade, complementa a diretora.
O aplicativo está disponível: na loja Play Store e Apllestore e no site:http://www.prodeaf.net/pt-br


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Portfólio Rosimeri


PlayTable – A mais moderna tecnologia desenvolvida para a inclusão

Por: Rosimeri Zambão RU 949556
Polo – Piraquara Edusol
Data:10/09/2017




Fonte: http://playtable.com.br/blog/o-papel-da-tecnologia-para-inclusao-no-ambiente-escolar


Quando a Lei da Inclusão entrou em vigor nas escolas brasileiras, alguns diretores, professores e pedagogos precisaram buscar alternativas para inserir crianças com todos os tipos de necessidades especiais. É aí que entra a tecnologia para a inclusão de deficientes.
Na perspectiva da educação inclusiva, os recursos tecnológicos são de fundamental importância. São utilizados como instrumentos facilitador da aprendizagem, busca na criatividade uma alternativa para que a criança inclusa realize o que ela precisa, possibilitando uma melhor comunicação e permitindo assim, que o aluno, construa individualmente ou coletivamente novos conhecimentos.
A intenção da tecnologia é estimular o aprendizado para incluir os deficientes no ambiente escolar. Por isso, é importante que sejam escolhidas a dedo as ferramentas que promovam a interação entre as crianças e de forma lúdica para que contribuam para o seu desenvolvimento.
A PlayTable é uma ferramenta que foi criada por Marlon Souza em Blumenau, juntamente com o seu sócio, Jean Gonçalves, é a primeira mesa digital com jogos educativos desenvolvida no Brasil, utilizada em escolas públicas e privadas para facilitar o trabalho do professor. É uma plataforma ludopedagógica de aprendizado estruturada em uma mesa digital interativa e multidisciplinar que desenvolve as habilidades cognitivas e de coordenação motora, principalmente para crianças portadoras de deficiência, isto é, crianças com deficiência motora ou psíquica.
Os jogos da PlayTable possuem três níveis de aprendizado e são indicados para crianças a partir dos três anos. Auxiliam no desenvolvimento motor e cognitivo e são multidisciplinares. A criança pode jogar sozinha ou em grupo.  Além de trabalhar assuntos específicos, como: alfabetização,matemática, ciências, artes, história, entre outros.
Sendo que esses jogos são projetados por professores especialistas de diversas áreas, mesmo tendo conhecimento pedagógico é necessário conter uma equipe de programadores, games designers, ilustradores e artistas alinhados com a ludopedagogia, porque são fundamentais para atender todas as necessidades tecnológicas e pedagógicas.
Diante de todo esse processo o sucesso dos professores vem aumentando e consequentemente o desenvolvimento e aprendizagem das crianças, mais uma vitória da tecnologia no espaço escolar atrelado ao conhecimento científico e pedagógico dos professores.

Infelizmente o que falta é são governantes que realmente se preocupem e invistam na Educação Inclusiva, pois os recursos apresentam um alto custo para aquisição e manutenção, bem como investir em formação continuada para professores que atuam com essas crianças.


Portfólio Henriette


A TECNOLOGIA AUXILIANDO NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS AUTISTAS

Por: Henriette Damaris Slussar dos Santos Franco, RU:1795456
Polo: Edusol – Piraquara
Data: 26/08/2017


 


Fonte: Folha Vitoria

O autismo, distúrbio neurológico que é caracterizado pela dificuldade na interação social, comunicação e pelo comportamento restrito e repetitivo, atinge 1 a cada 50 crianças no mundo, segundo os dados mais recentes do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, sendo que, no Brasil cerca de 90% dos casos não recebem o diagnóstico correto da doença. Algo que atrapalha no tratamento, na educação e no convívio dos autistas no país. Felizmente, a tecnologia está a cada dia inovando e criando recursos para auxiliar no processo educacional das crianças com autismo.Uma dessas inovações é o aplicativo ABC autismo que foi desenvolvido por alunos e colaboradores do grupo de pesquisa da coordenadoria de informática do IFAL e tem o objetivo de ajudar crianças e adolescentes que tenham dificuldades no processo de aprendizagem.
O aplicativo pode ser baixado em celulares, tablets e computadores, e possui 4 níveis de dificuldade, com fundamentos da metodologia TEACCH que é centrada no tratamento e educação para autistas e crianças com déficits. Nos dois primeiros níveis a criança aprende habilidades como transposição e discriminação. No terceiro nível as atividades ficam um pouco mais complexas e exigem um maior raciocínio da criança. O quarto nível trabalha o letramento, ensina a repartição das sílabas, conhecimento das vogais e a formação das palavras.
A professora Simone, de português, do primeiro ano de uma escola municipal em Curitiba-PR, percebeu que tinha em sua sala de aula duas alunas com dificuldades no aprendizado, na interação com outros alunos e na concentração. Após uma conversa com as respectivas famílias, foi
descoberto que ambas eram portadoras de autismo. A professora então, resolveu procurar outros métodos para ajudar no aprendizado das suas alunas. Ao ficar sabendo do aplicativo ABC autismo, que poderia ser trabalhado em sua matéria, fez o download em computadores da escola e colocou suas alunas para fazer as atividades. Simone se surpreendeu com os resultados, pois as alunas tiveram uma concentração muito grande, além de ter a fala, a memória e a coordenação motora melhoradas, ficaram mais calmas e mostraram estar se divertindo enquanto aprendiam.

A professoraacredita que esse é um grande passo e que todas as escolas devem aderir ao uso desse aplicativo que como vantagem tem o fato de ser gratuito e totalmente visual, desse modo atraindo a atenção do autista para as atividades, porém acha que o mesmo pode ser melhorado, e ter mais níveis para uma aprendizagem cada vez mais sólida. Simone também cita como desvantagem o fato de o aplicativo ser de uso individual, não havendo interação entre o aluno autista com os seus colegas, e reforça que o aprendizado não deve parar apenas no aplicativo, mas sim ser apenas um complemento, e incentiva as atividades em grupo.

Portfólio Ana Paula Domingues


MÃOS QUE FALAM... A TECNOLOGIA AGINDO A FAVOR DOS SURDOS E MUDOS.
Ana Paula Domingues Gomes Muller RU 1701861
PapEdusol- Piraquara
12/09/17


 



Fonte: imagens da Google


A tecnologia no mundo todo vem sendo cada dia mais abrangente e possibilitando recursos para facilitar nosso dia a dia, principalmente das pessoas com deficiências. Uma notícia pra lá de boa é a novidade das mãos que falam! Isso mesmo a oportunidade que o prof.Dre inventor Manuel Cardoso fundador da empresa MapsTechnologys especialista em robótica explicou oficialmente em rede globo em um programa “Conversando com Bial” como funciona o aplicativo que oferece a oportunidade para as pessoas surdas e mudas a se comunicarem, o chamado “Projeto Giulia” um sensor capaz de detectar movimentos das mãos transmitindo para o smarphoneatravés do bluetooth,  transformando em mensagem de texto, e em seguida uma voz eletrônica lê o que foi escrito,uma ideia que irá facilitar a vida dos alunos e professores surdos e mudos e mantendo – os assim  em inclusão social no mundo todo.
A Empresa MapsTechnologys foi fundada pelo inventor e professor do Núcleo de Robótica e Automação da Universidade Estadual do Amazonas(UEA), Manuel Cardoso de 45 anos, em 9 de dezembro de 1993 quando Manuel prestava serviços de consultorias em automação nas industrias do Polo Industrial de Manaus(PIM). A Maps Cardoso consolidou a sua tecnologia nas indústrias do PIM, e em seguida se expandiu para os demais centros industriais do país, concentrados nas regiões sul e sudeste contando com grandes patrocinadores. 
Segundo o inventor o “Projeto Giulia” se originou em um passeio numa feira de tecnologia de vídeo games e se deparou com uma pulseira que captava os movimentos do corpo para a tela do computador, vendo tal sensores, Manuel relata “que imaginou então sendo aquilo usado para se comunicar como a linguagem de libras”, pois a maioria da população do mundo não interpretam libras e muitos não tem a chance de poder aprender.
Mãos que falam!! O inventor iniciou então apartir dai sua pesquisa e criação para a elaboração de sua ideia que originou o “Projeto Giulia”,“que está disponível em breve para todos de graça emempresas credenciadas” diz Cardoso, que dará a oportunidade de qualquer pessoa ter acesso a essa tecnologia podendo facilitar a vida das pessoas em fase de aprendizado com por exemplo uma aluno na escola quer perguntar algo para o professor ou o próprio professor que quer aprender e ensinar, ou até mesmo um adulto surdo e mudo em suas relações sociais, ter sua vida sem precisar de uma pessoa ao seu lado para interprete de libras direto poderá ter autonomia e direito ir e vir para onde quiser assim vivendo a sua liberdade de expressão.

A Associação de Surdos e Mudos de Manaus foram os primeiros a colocarem em práticas essa tecnologia inovadora pois segundo o próprio professor Cardoso “Nada se faz para eles sem a participação deles”.

Portfólio Taiane, Tatiane e Fernanda


Aplicativo auxilia na aprendizagem de crianças autistas

Por: Taiane Meira de Moura               RU: 1811661
        Tatiane Natally Meira de Moura  RU: 1070751
        Fernanda Américo                      RU: 1904922
Polo: Edusol – Piraquara
Data: 11/09/2017


 


Fonte: Foto: Reprodução/PlayStore.
O aplicativo ABC Autismo é uma ferramenta desenvolvida por pesquisadores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), para auxiliar na aprendizagem de crianças e adolescentes com autismo.
 “Autismo é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com Autismo partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim, essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem óbvias para todos; ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento. Autismo pode ser associado com deficiência intelectual, dificuldades de coordenação motora e de atenção e, às vezes, as pessoas com autismo têm problemas de saúde física, tais como sono e distúrbios gastrointestinais e podem apresentar outras condições como síndrome de deficit de atenção e hiperatividade, dislexia ou dispraxia. Na adolescência podem desenvolver ansiedade e depressão.”
O ABC Autismo é baseado no programa “TEACCH  é um treinamento clínico que surge a partir de pesquisas realizadas na Universidade da Carolina do Norte, desenvolvidas pelos doutores Eric Schopler e Robert Reichler na década 60.  Esse programa com base teórica comportamental, desenvolveu a abordagem de intervenção chamada “structured TEACCHing” (em português “ensino estruturado”, mais uma intervenção em ABA -Applied Behavior Analysis). O que chamamos no Brasil de TEACCH é o “structural TEACCHing”, uma matriz de ensino com base nas características de aprendizagem dos indivíduos com autismo. Em resposta as dificuldades apresentada por esses indivíduos. No Brasil este tipo de intervenção tem sido utilizadas em muitas Apaes, e parece se adequar bem as necessidades especificas desse tipo de instituição”. 
O aplicativo contém quatro níveis dispondo dez fases cada nível, o primeiro nível proporciona desenvolver a coordenação motora e igualdade, o segundo nível conta com formas geométricas, tamanhos e cores, terceiro nível igualdade de cores e tamanhos e montagens de imagens, quarto nível disponibiliza a repartição de silabas, conhecimento de vogais e formação de palavras.


http://revistacaleidoscopio.com.br/wp-content/uploads/2016/05/Foto-Divulga%C3%A7%C3%A3o.jpg

ABC Autista foi testado com as crianças da Associação de Amigos Autistas de Alagoas e conquistou boa aceitação. Um bom exemplo sobre o aplicativo são os gêmeos Gustavo e Cristiano, de 20 anos, que não foram alfabetizados, mas dominam as fases apresentadas no jogo. Segundo a mãe, Maria Helena de Azeredo Roscoe, devido à boa interface da ferramenta, os dois conseguem abrir o game espontaneamente e jogá-lo com bastante autonomia.

Referência:                                                                                                                                                            Disponível em: http://autismo.institutopensi.org.br/informe-se/sobre-o-autismo/o-que-e-autismo/ Acesso em 11 de setembro de 2017.                                                                     .                                                                                                            Disponível em: http://autismo.institutopensi.org.br/noticias/autismo-e-terapia-o-que-e-o-teacch/ Acesso em 11 de setembro de 2017.                                                                                                     .                                                                                                                                Disponível em:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/tecnologia/2015/11/03/interna_tecnologia,607836/aplicativo-auxilia-aprendizado-de-criancas-autistas.shtml Acesso em 11 setembro de 2017

Portfólio Lesieris

APLICATIVO GIULIA - PROJETO  “MÃOS QUE FALAM”
Lesieris Gouveia. RU: 354052
Polo Piraquara Edusol
Data 13/09/2017



Fonte: https://queminova.catracalivre.com.br/inclui/app-giulia-promove-inclusao-de-surdos/
Todos nós em nosso cotidiano,seja no colégio, seja no trabalho, no super mercado ou no ponto de ônibus, já nos deparamos com uma pessoa com deficiência auditiva e todos já tentamos ajudar de alguma forma, mas a comunicação muitas vezes é impossível, quantos já tiveram que escrever em um papel ou até mesmo digitar no celular para poder ter uma comunicação com esse grupo de pessoas que por muito tempo se manteve fechado entre eles, os deficientes auditivos, no máximo os familiares que por força da situação aprendem a linguagem de sinais, pessoas fora de seu convívio não veem a necessidade de aprender tal linguagem e as pessoas com essa deficiência sempre contaram com a paciência e a boa vontade das pessoas.
Com a chegada do celular como já foi dito as coisas ficaram mais fáceis, os aplicativos disponíveis são muitos, em alguns casos o deficiente digita as palavras no aparelho e um aplicativo de voz converte em som  para o seu interlocutor. Isso ajuda muito mas ainda gera certas dificuldades pois pra se comunicar a outra pessoa envolvida precisa digitar no aparelho para que o deficiente possa ler e existem pessoas que ainda não tem muita intimidade com o teclado do celular e também surdos que não são alfabetizados aí coisa fica complicada.
Pensando nisso o professor Manuel Cardoso juntamente com pesquisadores da Universidade do Amazonas(UEA), desenvolveram um aplicativo que se chama GIULIA, que faz parte do projeto “MÃOS QUE FALAM”.

O aplicativo funciona com o uso de um bracelete que possui sensores que captam os movimentos e transmitem ao smartphone por meio de bluetooth onde o deficiente auditivo  que são reconhecidos pelo aparelho onde o aplicativo transforma em som ou texto, para a outra pessoa envolvida no dialogo se comunicar, basta que o deficiente auditivo acione o microfone e grave a mensagem que vai ser transmitida por meio também de texto ou caso o deficiente não saiba ler, por meio de  um Avatar( um personagem animado), que reproduz a mensagem ao deficiente auditivo utilizando a Linguagem Brasileira de Sinais(LIBRAS).
O aplicativo esta disponível para todos basta fazer um pequeno cadastro e utilizar em nosso dia a dia, o aplicativo facilita muito a vida do deficiente em todo as  situações, no super mercado na hora de pagar a conta , para pedir informações sobre um endereço , para comprar um remédio na farmácia,nas escolas em todas a dicíplinas alunos que iniciam a sua fase escolar podem se beneficiar com o uso do aplicativo para se comunicar com os professores e interagir com os outros alunos promovendo assim a inclusão, basta conhecer a linguagem de sinais(LIBRAS).
O uso do aplicativo ainda depende do bracelete mas já existe uma versão do aplicativo sendo desenvolvido que dispensa o uso bracelete necessitando apenas do smartphone, o professor Manuel Cardoso garante que novos projetos surgirão pensando sempre em facilitar a vida dessas pessoas com necessidades especiais.
“A verdadeira riqueza do conhecimento é quando ele se aplica na prática, transformando a realidade da pessoa ou das pessoas na sociedade”, palavras do professor Manuel Cardoso.

Fontes