segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Portfólio Samanta

Comunicação alternativa
Por (Samanta Monique Vieira de Morais, RU: 1517424)
 PAP-Polo Edusol  – Cidade Piraquara
Data ( 28/08/2017)

 

A construção da comunicação é os que nos conectam socialmente, principalmente na fase escolar, ela se torna indispensável, pois é quando o aluno se afasta do ambiente familiar no qual já se estabeleceu um vínculo emocional e passa a conviver com pessoas diferentes. Isso já pode ser bem traumático para uma criança dita normal necessitando de alguns cuidados no processo de adaptação, quando se trata de um aluno com algum tipo de deficiência isso precisa ser analisado com mais atenção ainda.
Os avanços na área de comunicação vêm afetando o modo de se perceber o mundo, a globalização de informação foi um grande marco na era tecnológica e o uso destas nas escolas constitui-se um verdadeiro avanço desde que bem utilizada poderá trazer evoluções consideráveis. Aliar a tecnologia á educação especial é garantir o direito do acesso ao conhecimento, participação, aprendizado e ter uma convivência educacional como qualquer outra pessoa.
Uma fonoaudióloga estadunidense, Roxanna Mayer Johnson, criou em 1980 um sistema simbólico muito utilizado no mundo, o PCS Picture Communication Symbols. No Brasil ele foi traduzido como Símbolos de comunicação Pictoria que tem sua função da área de tecnologia assistiva que se destina na ampliação da comunicação alternativa, como os cartões de comunicação e pranchas de comunicação são utilizados os sistemas de símbolos gráficos, que são uma coleção de imagens gráficas que apresentam características comuns entre si e foram criados para responder a diferentes necessidades dos usuários que não tem fala, sem escrita funcional ou em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade de falar e/ou escrever.
No processo de interação entre a criança e seus interlocutores ocorre a aquisição de conceitos e a criança desenvolve a capacidade de simbolizar o mundo que a cerca. Inicialmente o bebê manifesta as suas necessidades básicas, através de uma comunicação não-verbal, (choro, expressões motoras, etc.) que são reconhecidos pela mãe. O sistema de comunicação do ser humano é muito complexo, já que, conseguimos transmitir mensagens verbais e não-verbais, porém muitas pessoas não podem desenvolver a fala devido ao comprometimento no mecanismo físico de expressão entre elas crianças portadoras de deficiência mental, distúrbios emocionais e doenças neurológicas (AVE, Paralisia cerebral, etc.)
O PCS é um sistema gráfico visual que possui desenhos simples, podendo se necessário acrescentar fotografias, figuras, números, círculos para as cores, o alfabeto, outros desenhos ou conjuntos de símbolos. O sistema é dividido em 6 categorias primárias, representadas por cores de acordo com a função de cada símbolo, branco: artigos, conjunções, preposições, conceito de tempo, alfabeto, cores, etc., amarelo: pessoas e pronomes pessoais, laranja: substantivos,  azul: advérbios e adjetivos e rosa: símbolos referentes a expressões sociais que facilitam o acesso e o aprendizado das pessoas que utilizam esse sistema no dia- a- dia, extremamente úteis numa grande variedade de atividades e lições estão disponíveis através dos softwares Boardmaker e Escrevendo com Símbolos, fácil simples é rápido alem disso é gratuito.
A escola Castelo Branco tem conseguido respostas positivas com o uso do PCS em sala de aula respeitando os direitos e as particularidades de todos os alunos e valorizando as capacidades e potencialidade individuais favorecendo assim, a inclusão social e educacional.

A comunicação alternativa é de extrema importância assim como outras ferramentas educacionais que auxiliam nas dificuldades encontradas em sala de aula fazendo com que as crianças que necessitam desses recursos diferenciados não fiquem e não se sintam excluídas do grupo gerando assim mais segurança, auto-estima e autonomia.

Portfólio Silvia


TECNOLOGIA ASSISTIVA: AO ALCANCE DAS MÃOS
Por Silvia Letícia Corrêa Pedroso.RU 1558316
Piraquara Edusol
Data 25/08/2017 



Fonte: google.com.br
Essa é a história da Ana, uma professora da rede municipal de ensino de Curitiba, a qual trouxe de forma simples, a inclusão da sua aluna com paralisia cerebral. Helena, a aluna, teve meningite aos 12 meses de idade, que deixou como sequela a Paralisia Cerebral (PC). Desde então, os cuidados de sua mãe para/com ela foram extremamente cautelosos. Mas chegou a hora de Helena frequentar a escola, como todas as outras crianças.
O desafio de Ana começou logo no inicio do ano letivo. Ao receber a notícia que em sua turma haveria uma aluna com PC, a professora passou a semana de estudos pedagógicos, pesquisando e pensando em possibilidades para trabalhar com aquela aluna, incluindo-a aos demais. Considerou muitas tecnologias e acessibilidades, mas precisava de algo que pudesse auxiliar Helena em praticamente todas as horas de aula.
Foi aí, que em um curso de formação de docentes, apresentaram-lhe a Aranha Mola, que é uma órtese facilitadora de escrita.  Ana ficou ainda mais curiosa sobre o acessório, e fez inúmeras pesquisas sobre. Em decisão conjunta com a direção e o conselho de escola, adquiriram o acessório para facilitar a comunicação e interação com Helena.
Com o acessório em mãos, era hora de treinar. Ana achou que não conseguiria manusear aquele objeto pequeno com um lápis ou uma caneta, mas tinha certeza de que era o acessório principal para o desenvolvimento acadêmico de Helena.
Aulas começando. Hora de conhecer e apresentar Helena aos demais colegas, que foram super receptivos com a nova aluna. Ana contou-lhe sobre todas as limitações de Helena, e incentivou lhes a incluir a colega em tudo o que fariam, na medida do possível.







Fonte: http://google.com.br

Apresentou a órtese auxiliadora que Helena usaria, a todos os colegas. Contando a eles que a Aranha Mola é um receptor de lápis ou caneta que tem por objetivo estabilizar e auxiliar o movimento da escrita. Está disponível em 3 tamanhos, e é indicada para casos de paralisia cerebral (como é o caso de Helena), AVCs, tendinite,entre outros. O acessório tem um custo entre 25 e 90 reais, e pode ser encontrado facilmente em lojas de ortopedia.

As crianças ficaram encantadas com a órtese, assim como a mãe de Helena, que já admirou e confiou no trabalho da professora logo de inicio. Quando a escola e a família atuam em conjunto na aprendizagem da criança, esta só tem a ganhar. Principalmente no caso de crianças com alguma necessidade especial. Esse empenho de Ana em conhecer e transmitir o melhor para sua aluna, despertou a confiança da mãe de Helena, o que a encorajou ainda mais para buscar todos os recursos existentes possíveis para um desenvolvimento mais perto do normal para sua filha.

Portfólio Aurea

A importância do Play table na Educação Infantil

Por : Aurea  Antunes Donato  RU: 1753304
Polo – Piraquara Edsol.
Data: 15/08/2017

http;// playtable.com.br.blog


Com base na inclusão, o Play table é uma mesa Educativa que reconhece toque de objeto, tem vários níveis, desde Educação Infantil até Ensino Fundamental. De uma forma interativa e multidisciplinar serve como estímulo cognitivo e motor, com simples manuseio essa ferramenta serve para o professor avaliar o conhecimento de seus alunos; adequando e superando há aprendizagem. Ao mesmo tempo as crianças de 4 a 10 anos brincam e se desenvolvem com aplicativo pedagógico.
Esse aplicativo comporta as atividades ludo pedagógico com alunos autistas, podendo motivá-los a interagir. Nesse caso em duplas ou em grupo as crianças jogam junto para aprenderem a dividir, esperar sua vez, ganhar ou perder; desenvolvendo o raciocínio lógico, a memorização, a atenção, a paciência e a criatividade nas resoluções dos problemas de linguagens e expressão. São situações que refletem em outra interação social. Atividades que desenvolvem e estimulam a pressão dos dedos em movimento amplo e a coordenação motora fina.
As disciplinas como matemática, português, ciências, arte e história, facilitando a realização de cálculos simples e complexos de palavras, montagem e encaixe de peças (quebra-cabeça), amplia o tempo para que eles realizem suas atividades. Através dessa tecnologia em sala de aula, pode-se fazer toda diferença, com aulas mais dinâmicas e atrativas.
Dessa maneira as crianças se divertem aprendendo com mais facilidade, estimulando seus desenvolvimentos dentro da linguagem, que é a brincadeira.  Alguns ao contrário apresentam alto desempenho e desenvolvem habilidades específicas para memorizar números ou obter um

conhecimento específico sobre a tecnologia. O Play table quando usado na medida certa, contribuisignificativamente para o desenvolvimento da criança autista, podendo deixar o aluno mais curioso, observador, concentrado e comprometido.
Por ser um equipamento com custo alto, nem todas as escolas podem adquirir essa ferramenta tecnológica, devido à falta de planejamento e dificuldades com recursos financeiros.  Percebe-se que algumas escolas possuem no máximo três equipamentos, como por exemplo, o município de Pinhais – Paraná.
Portanto, nota-se que, a tecnologia na inclusão tornou-se facilitadora, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo da criança autista, porém, a ferramenta não se encontra a disposição nas escolas devido ao seu elevado custo. Dessa forma, é possível avaliar, analisar o conhecimento da criança em sala de aula. Após alguns meses avaliando o aprendizado do aluno de inclusão, é possível detectar que pode haver diferentes níveis de aprendizado da criança, de acordo com o ambiente escolar.

O objetivo desse trabalho é poder ensinar a criança a atingir o conhecimento até a sua fase adulta. Por meio desse processo de acompanhamento lúdico, a criança poderá avançar na aprendizagem e no conhecimento, sendo valorizada no meio social de forma segura.            

Portfólio Amanda e Thaís.

INCLUSÃO ESCOLAR POR MEIO DE TECNOLOGIAS
Nome: Amanda Gabrielle Marcos Biz RU: 1197582 – Thaís Cristina Ribas Amaral Alves Ru: 741937
Polo Edusol – Piraquara-PR.
Data: 15/08/2017


 











Fonte: http://cidadaniadireitosdosdeficientes.blogspot.com.br

Na educação inclusiva estudantes com deficiência usam da tecnologia, no ambiente escolar, adquirindo independência e autonomia para realização de atividades tanto em sala de aula quanto fora dela. Por tanto, é necessário o acompanhamento do aluno no momento da utilização de qualquer recurso tecnológico, proporcionando ajuda na adaptação do mesmo. É por meio disto, que se faz necessário um educador especializado ou capacitado que entenda de cada deficiência e possa ajudá-lo na adaptação de recursos tecnológicos, como: Celular, Tabllet, notebook entre outros, assim como, na interação com os demais alunos em sala de aula.
A inclusão de alunos com deficiência na escola exige que a instituição se adapte as necessidades específicas dos alunos, acompanhando em tempo integral, dando-lhe a preparação de todos os funcionários que fazem parte da instituição escolar é importante que não haja qualquer tipo de exclusão, tanto dentro de sala, quanto fora dela.
Para debater sobre inclusão de crianças com deficiência, é importante saber o que a sociedade precisa aceitar por isso as modificações são necessárias para que possam receber esse diferencial no ensino, envolvendo uma adaptação no processo do dinamismo político social.
Entende-se que para integrar um aluno com deficiência, precisam-se adaptar as necessidades dos estudantes dentro do ensino regular. Fazendo necessário que a instituição ofereça atendimento especializado em salas de recursos. Por tanto o espaço de adaptação para esses alunos necessita do uso da tecnologia, como instrumento de aprendizagem para que obtenha permanência da criança especial na escola.


Ao incluir a tecnologia na escola, para obter esse treinamento de apoio é necessária a capacitação de equipe de educadores especializados que irão conduzir o uso desse recurso tecnológico, de modo que traga benefícios aos alunos. Dentro das deficiências existe a deficiência visual, podendo atender uma condição irreversível de diminuição, que por sua vez pode ser hereditária ou congênita.
Sendo assim neste caso, é importante a permanência da tecnologia em benefício ao estudante com necessidades especiais, por meio, de apaziguar e compensar suas limitações com utilização de recurso específico. Porém pode ser obtido, através do uso da tecnologia, que irá auxiliar na aprendizagem dos mesmos em suas atividades escolares.
Por meio disto os recursos tecnológicos oferecem novas oportunidades de aprendizagem para os alunos, enquanto que essa ferramenta serve no auxilio para avaliar o nível de aprendizagem no ensino regular e nas salas de recursos.


Fonte: http://especialdeamantina.wordpress.com           Fonte: http://atividadesdaprofessorabel.blogsport

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

PORTFÓLIO EMILLY E THALINE


O papel da tecnologia para inclusão no ambiente escolar.
PorEmilly Lara Silva –1738027
Thaline Mendes de oliveira – 707399
Polo – Piraquara
Data: 24/08/2017





Fonte: Blog aprender brincando
‘Desde o dia 2 de janeiro de 2016 entrou em vigor a Lei Brasileira de Inclusão, com isso os diretores de escolas, coordenadores pedagógicos e professores tiveram que rever o seu papel na gestão escolar. É preciso buscar alternativas que promovam a inserção de crianças com qualquer tipo de deficiência no ambiente escolar e facilitem o seu desenvolvimento, independente da necessidade. Uma das opções que desponta é a tecnologia para a inclusão dos deficientes. ’
A escola Algodão Doce em Curitiba, pode contar com essa tecnologia para estimular o aprendizado e também inserir os alunos com deficiência no ambiente escolar. A professora Ângela que trabalha diretamente com esses alunos diz que: O uso da tecnologia para a educação pode facilitar o desenvolvimento motor, tanto para movimentos amplos, como para a motricidade fina, e que através dessa maquinaé possível  escolher atividades que aprimorem a tomada de decisões, a paciência e a atenção.
A escola adquiriu a Mesa digital Play Table, e essa mesa está sendo uma ferramenta de auxilio junto com as outras atividades propostas como, por exemplo: massinha de modelar, pintura com tinta, dobradura com papel que também são muito importantes para o desenvolvimento dos alunos.
A PLAY TABLE é a primeira mesa digital desenvolvida no Brasil, para crianças em fase de alfabetização, o que não impossibilita que crianças menores também possam fazer uso da mesma, a mesa é  totalmente interativa e multidisciplinar. Seus jogos e aplicativos são projetados por professores e especialistas em diversas áreas, justamente para utilizar a linguagem mais adequada para as crianças e para manter o conteúdo adequado às diretrizes do MEC. A tela é sensível tanto ao toque humano, quanto a outros materiais, como plástico, feltro e metal. Por sua fácil usabilidade e os diferentes níveis de aprendizado, entre outras características, ela é considerada uma eficaz tecnologia para inclusão.

Promover a acessibilidade é fazer a sua parte para incluir os diferentes e reduzir as deficiências sociais. A tecnologia para inclusão é um dos meios de oferecer novas formas de aprendizado e desenvolvimento, coloque em prática na sua escola e avalie os resultados. Se a tecnologia for bem utilizada, aliada ao projeto pedagógico, com certeza os seus alunos terão um avanço no desempenho escolar.
A professora da escola utiliza essa ferramenta com dois alunos que possuem diferentes deficiências,um tem síndrome de down ( 7 anos) e o outro autismo (8 anos), ambos no período de alfabetização, ela conta que já percebeu avanços e o interesse dos dois pelas aulas, pois não faltaram mais, e que o processo de desenvolvimento dos dois reduziu  de 6 meses  para  2 meses utilizando a mesa digital, Ângela faz a observação que hoje em dia as crianças gostam muito de utilizar o celular, e que isso facilita muito o desenvolvimento da aula.  A mesa digital conta com aplicativos relacionados com as disciplinas tradicionais como Português, matemática, história e geografia melhorando a percepção do aluno e raciocínio lógico.  
A escola ainda não viu a mesa como uma desvantagem, e sim diz que a mesma trouxe muita vantagem e aprendizados para os alunos, facilitando as aulas, fazendo as crianças interagirem mais e tendo prazer em vir para a aula.
Vale lembrar que a escola é particular, o que facilitou a compra da mesa e que a escola possui poucos alunos com inclusão, que é diferente de uma escola publica onde a demanda é maior e o repasse de verbas não é tão grande.




segunda-feira, 21 de agosto de 2017

PORTFÓLIO MIRIAM - LIVOX


LIBERDADE EM ALTA VOZ
Por Miriam de Jesus Santos
Polo: Piraquara Edusol
Data 20/08/2017



Fonte: Livox.com

Essa é uma história real que aconteceu a uma menina, que por erros médicos nasceu com Paralisia Cerebral que afeta o movimento do corpo e a coordenação muscular. Os pais no desespero de ajudar buscaram de toda forma, não encontraram nada que pudesse resolver efetivamente a comunicação com a filha e assim começou a pesquisar sobre fontes que ajudariam a sua pequena a se comunicar e foi assim que surgiu o aplicativo Livox. Esse aplicativo amenizou o sofrimento da filha que sempre foi muito inteligente, mas não conseguia se expressar com alguns movimentos.
Carlos Pereira, Pernambucano de 38 anos pai de Clara, ela por não andar e falar e  se comunicar de forma alguma devido ao corpo não obedecer aos seus comandos, ficava muito frustrada, irritada e agitada, pois têm um potencial cognitivo muito bom. Mas não conseguia se comunicar, Carlos teve a ideia de criar o Livox. Ele queria algo que atendesse a necessidade de sua filha, pesquisou várias formas de comunicação denominada tecnologia assistiva.
“ Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento que abrange a comunicação alternativa, que tem por objetivo auxiliar as pessoas sem fala ou escrita funcional a desenvolverem as habilidades necessárias para expressarem seus anseios”.
O Livox é um aplicativo software que possui 24 mil figuras podendo ser inserido muito mais, dependendo da necessidade dos usuários. O aplicativo é em forma de quadrinhos que acionado ao toque com o dedo, mão fechada e até mesmo ao piscar dos olhos com o dispositivo acionador.


Em 2011 surgiu a solução para melhorar a comunicação de muitas pessoas com dificuldades na fala, na coordenação motora em geral. Para o uso do aplicativo é necessário possuir um tablet sistema android para a sua funcionalidade.
É um aplicativo gratuito de fácil acesso, pode ser usado nas escolas, hospitais e em casa. Foi premiado como Melhor Aplicativo de Inclusão Social do Mundo pela ONU – Organizações das Nações Unidas.
“ É INDICADO PARA:
• Autismo
• Esclerose Lateral Amiotrófica
• Paralisia Cerebral
• Sequelas de AVC/AVE
• Síndrome de Down
• Traqueostomizados.
• Trauma Crânio-Encefálico
• Outras deficiências ou doenças que impeçam comunicação oral.”
É indicado para todas as faixas etárias, pode ser usado em todas as disciplinas auxiliando na aprendizagem desde o início da alfabetização. Os objetivos possíveis a atingir através do aplicativo são fazer com que os alunos tenham voz e possa expressar suas necessidades e a evolução do seu aprendizado. As vantagens são: Você não precisa estar conectado à internet, é gratuito e de fácil acesso; traduzido em mais de 25 idiomas, compartilha conteúdos para outros tablets; nesta plataforma se aprende a falar, ler, escrever. Ver vídeos, ouvir músicas e muito mais. É personalizável para pessoas com diferentes deficiências. Tudo isso com os seus algoritmos inteligentes.
A desvantagem é que o usuário precisa dispor de um meio para adquirir um tablet.

PORTFÓLIO PATRICIA CORDEIRO - PLAY TABLE


TECNOLOGIA ASSISTIVA: MESA DIGITAL
Patrícia Cordeiro Rocha Lima, 1146896.
PAP-Edusol – Piraquara.
12/08/2017

Fonte: playtable.

A PlayTable é uma importante ferramenta de inclusão para o trabalho pedagógico com crianças com diferentes tipos de deficiência, como autismo, síndrome de Down, TDA/H, surdez, deficiências motoras, entre outros.”  (playtable.com.br)
A educação inclusiva é uma demanda social que a escola vem, ao longo do tempo se adaptando e se reinventando. Assim, visa atender com qualidade e se propondo a ensinar diante das diferentes habilidades individuais. Cada aluno é visto como ser único.
Partindo da ampla demanda, algumas ferramentas tecnológica auxiliam a escola e o professor na rotina pedagógica. Contudo vale salientar que um conhecimento prévio do aluno é importantíssimo para estabelecer metas e metodologia. Cada tipo de inclusão demanda de cuidados específicos, a participação da família e laudos médicos é imprescindível no processo escolar. 
A cada dia que passa o uso de recursos tecnológicos vem crescendo dentro das escolas e a comunidade escolar tem muito a ganhar, principalmente a clientela que demanda maior atenção. A inclusão diversificou as habilidades do corpo estudantil. 
A mesa digital é um recuso tecnológico interativo onde o aluno atua (ativamente) no processo de construção do seu conhecimento. A ferramenta vem com aplicativos que atendem a demanda curricular. Com o manuseio do mesmo o aluno interage com o conteúdo abordado pela turma de uma forma lúdica, atrativa e dinâmica. Já o professor consegue avaliar através de observações o desempenho do aluno.
 Assistam o vídeo para compreender melhor sobre a mesa digital: http://playtable.com.br/
Dentre os aplicativos disponíveis na mesa digital segue exemplos de alguns e o que se propõem.
APLICATIVO CENTRAL DE ATIVIDADES
Categorias: Educação Infantil, Educação Inclusiva
Habilidades de Aprendizado: Artes, Linguagem Plástica, Coordenação Motora Fina
Faixa Etária: a partir de 3 anos
Diferencial : criar sua própria biblioteca de exercícios personalizados.
DEBAIXO DOS CORAIS
Categorias: Educação Infantil, Educação Inclusiva
Habilidades de Aprendizado: Alfabetização Matemática, Raciocínio Lógico
Faixa Etária: a partir de 3 anos
Desenvolvido por Parceiro: Flux Game Studio
XILO
Categoria: Educação Infatil
Faixa Etária: a partir de 3 anos
Habilidades de Aprendizado: Musicalização
Estúdio parceiro: TowerLab.
MEU JARDIM – PECINHAS PARA MONTAR
Categorias: Educação Infantil, Educação Inclusiva
Habilidades de Aprendizado: Raciocínio Lógico, Percepção visual
Faixa Etária: a partir de 3 anos
Desenvolvido por Parceiro: Designer Rafael Arrivabene / Playmove
TRITRI
Categorias: Educação Infantil, Educação Inclusiva, Ensino Fundamental I e Ensino Fundamental II
Habilidades de Aprendizado: Cores, Sistema para Daltônicos Color ADD®
Faixa Etária: a partir de 4 anos
Desenvolvido por Parceiro: Ardozia – Portugal
MUL TI PLI – O JOGO DA TABUADA
Categorias: Ensino Fundamental I e II
Habilidades de Aprendizado: Matemática, Multiplicação
Faixa Etária: a partir de 7 anos
Desenvolvido por Parceiro: Ardozia – Portugal
MISTÉRIO DOS SONHOS 1, 2 e 3
Categoria: Ensino Fundamental I – 1º ano
Habilidades de aprendizado: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Humanas e da Natureza.
Desenvolvido por Parceiro: Xmile Learning
GUARDIÕES DO MUNDO – ESTADOS BRASILEIROS
Categorias: Ensino Fundamental I e Ensino Fundamental II
Habilidades de Aprendizado: Geografia, Estados Brasileiros
Funções extras: Multi-usuário, Registro de Alunos
Faixa Etária: a partir de 8 anos
BRINQUEMÁTICA – AVENTURA PIRATA
Categorias: Ensino Fundamental I e Ensino Fundamental II
Habilidades de Aprendizado: Matemática, Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão
Faixa Etária: a partir de 6 anos